A.C.Camargo Cancer Center leva pacientes em tratamento oncológico para viver a experiência do Coala Festival
Em uma iniciativa que une saúde, cultura e humanização, o A.C.Camargo Cancer Center e o Coala Festival renovam sua parceria para proporcionar uma experiência inesquecível a pacientes em tratamento oncológico. Durante a 12ª edição do evento, 30 crianças, adolescentes e jovens adultos de até 21 anos, acompanhados de seus responsáveis, vão vivenciar de perto a programação de um dos maiores festivais de música brasileira do país.
A ação do A.C.Camargo no Coala Festival 2026
A parceria entre o A.C.Camargo Cancer Center e o Coala Festival leva ao Memorial da América Latina um grupo de 30 pacientes em tratamento oncológico, com idade de até 21 anos, além de acompanhantes. A escolha do público não é aleatória. Crianças, adolescentes e jovens adultos formam a faixa etária em que o tratamento do câncer costuma interromper com mais força a rotina de escola, esporte, amizade e vida cultural, justamente no período em que esses vínculos se formam.
O convite não é apenas um ingresso. A instituição montou uma estrutura própria dentro do festival, com equipe de apoio, para que a presença no evento aconteça com segurança clínica e conforto. Cada paciente é avaliado previamente pela equipe assistencial, e a participação depende dessa avaliação individual.
A iniciativa se apoia em uma leitura que orienta o cuidado oncológico contemporâneo: o diagnóstico de câncer não precisa interromper a vivência da juventude nem o acesso ao lazer. Quando há condições clínicas para isso, manter o paciente em contato com aquilo que ele gosta faz parte do tratamento, e não uma concessão fora dele.
O que muda quando o lazer entra na conta do cuidado
Durante muito tempo, o tratamento oncológico foi organizado em torno de uma lógica de afastamento. O paciente saía da escola, saía do trabalho, saía do convívio e passava a viver em função das consultas, das sessões e dos exames. Essa leitura mudou.
"Durante muito tempo, acreditou-se que o tratamento precisava afastar completamente o paciente da rotina. Hoje sabemos que, quando há segurança clínica, viver experiências culturais, como participar de um festival de música, também faz parte do cuidado", afirma a Dra. Viviane Sonaglio, oncologista pediátrica do A.C.Camargo Cancer Center.
"Esses momentos ajudam a preservar vínculos, fortalecer o bem-estar emocional e lembrar que, antes de serem pacientes, eles continuam sendo crianças, adolescentes e jovens vivendo suas histórias", completa a médica.
Pertencimento como parte do tratamento
Mais do que garantir uma experiência confortável, a estrutura montada pelo A.C.Camargo representa uma forma de enxergar o cuidado oncológico que vai além do protocolo assistencial: criar condições para que os pacientes continuem ocupando espaços de convivência e lazer, reduzindo o impacto que a doença costuma impor à rotina e fortalecendo o sentimento de pertencimento.
Para o festival, o movimento tem sentido semelhante. "A música aproxima pessoas, cria memórias e desperta emoções. Receber os pacientes do A.C.Camargo é reafirmar que o Coala é um festival aberto à diversidade e ao pertencimento, onde todos podem viver a experiência da música de forma segura e acolhedora", afirma Thiago Custódio, Head of Business do Coala Festival.
Coala Festival 2026: datas, local e como chegar
O Coala Festival 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro, sábado e domingo, no Memorial da América Latina, na Barra Funda, em São Paulo. Esta é a 12ª edição do evento, que desde 2014 se dedica a reunir nomes consagrados e novos artistas da música brasileira.
Endereço e acesso ao Memorial da América Latina
O Memorial da América Latina fica na Avenida Mário de Andrade, 664, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. O complexo é vizinho ao Terminal Rodoviário Barra Funda e à estação Barra Funda, atendida pela Linha 3 Vermelha do Metrô, pela Linha 7 Rubi e pela Linha 8 Diamante da CPTM, o que faz do transporte público a opção mais simples de acesso em dias de grande público.
Quem for de carro encontra estacionamentos no entorno, com vagas limitadas e preços variáveis em dias de evento. Para pacientes em tratamento e acompanhantes, a orientação da equipe assistencial é priorizar o trajeto mais curto e o menor tempo de exposição a aglomeração e a calor, chegando com folga em relação ao horário do show que se pretende assistir.
Line-up do Coala Festival 2026
A programação da 12ª edição reúne Maria Bethânia, Emicida com a Emicida Racional MCMV Tour, Criolo em show especial celebrando os 15 anos de Nó na Orelha, João Gomes, Seu Jorge, Duquesa, Luedji Luna com participação de Fat Family, Marcos Valle com Ana Frango Elétrico, Cícero com participação de Duda Beat, Zeca Veloso, Buraka Som Sistema, Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro, além do baile comandado por Rom Santana e Edmilson dos Teclados.
Sábado, 12 de setembro
O primeiro dia tem Maria Bethânia, Emicida com a Emicida Racional MCMV Tour, o encontro de Marcos Valle com Ana Frango Elétrico, Cícero com participação de Duda Beat, Zeca Veloso e Buraka Som Sistema.
Domingo, 13 de setembro
O segundo dia traz Criolo no show de 15 anos de Nó na Orelha, João Gomes, Seu Jorge, Duquesa, Luedji Luna com participação de Fat Family e a dupla Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro.
Os horários de cada apresentação e a divisão por palco são divulgados pela organização do festival na semana do evento. Vale acompanhar os canais oficiais do Coala para conferir a grade final antes de sair de casa.
A estrutura do A.C.Camargo dentro do festival
Para que os pacientes possam aproveitar a programação com conforto e segurança, o A.C.Camargo montará uma estrutura exclusiva dentro do Memorial da América Latina, localizada na área de ativação de marcas.
O espaço contará com área de descanso, ambientação especial, ativações inspiradas no universo da música, registros fotográficos, distribuição de brindes e equipe preparada para oferecer suporte aos pacientes e acompanhantes ao longo do evento.
A área de descanso cumpre uma função concreta. Festival é ambiente de sol, ruído, deslocamento e permanência em pé por horas, e pacientes em tratamento oncológico podem apresentar mais cansaço, maior sensibilidade ao calor e necessidade de pausas frequentes. Ter um ponto de recuo dentro do próprio evento é o que permite que a experiência se estenda por mais tempo sem desgaste.
Câncer infantojuvenil: o que está por trás da ação
O câncer na infância e na adolescência tem características próprias e não deve ser lido como uma versão reduzida do câncer no adulto. Os tipos mais frequentes, a velocidade de evolução e a resposta ao tratamento são diferentes, e é por isso que existe uma especialidade dedicada ao tema.
A Oncologia Pediátrica do A.C.Camargo reúne equipe multiprofissional voltada ao cuidado de crianças, adolescentes e jovens adultos, com atuação que vai do diagnóstico ao acompanhamento após o tratamento. O conteúdo institucional sobre os tipos de câncer infantojuvenil reúne informação sobre os tumores mais comuns nessa faixa etária.
Sinais que merecem atenção
O diagnóstico precoce é um dos fatores associados a melhores desfechos no câncer infantojuvenil, e boa parte dos sinais iniciais é inespecífica, o que atrasa a investigação. Conteúdos do A.C.Camargo detalham por que o diagnóstico precoce do câncer infantil é decisivo e quais são os sinais e sintomas dos tumores pediátricos que justificam procurar avaliação médica.
Nenhum sintoma isolado confirma diagnóstico, e a presença de qualquer um deles não significa câncer. A orientação é sempre procurar um profissional de saúde para avaliação individual.
Onde se informar sobre os tumores mais comuns na infância
A leucemia infantil é o tipo mais frequente na faixa etária, e o material sobre sinais e sintomas da leucemia reúne o que a literatura descreve como manifestações iniciais. Também estão disponíveis conteúdos sobre tumores cerebrais infantis, sobre o neuroblastoma e sobre o retinoblastoma, tumor ocular que costuma ser identificado por alteração no reflexo da pupila.
A dimensão do cuidado que aparece em ações como a do Coala Festival também tem lugar no conteúdo institucional, como no texto sobre como o câncer infantil se cura com ciência, alegria e carinho.
Sobre o Coala Festival
O Coala Festival surgiu em 2014 com a proposta de reverenciar os grandes nomes da nossa música e abrir caminhos para a nova geração. Ao longo desses anos de existência, o Coala se transformou em uma marca, o Coala Music, um ecossistema musical que atua em diversas frentes: festival, gravadora, núcleo de gerenciamento de carreira de artistas, agência criativa, canal de conteúdo digital e consultoria. Em 2024, o Coala Festival expandiu sua atuação com a primeira edição fora do Brasil, em Cascais, Portugal.
O Coala Festival 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro de 2026, sábado e domingo. É a 12ª edição do festival.
No Memorial da América Latina, na Avenida Mário de Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo. O local fica ao lado da estação e do terminal Barra Funda, com acesso pelo Metrô e pela CPTM.
O line-up reúne Maria Bethânia, Emicida, Criolo, João Gomes, Seu Jorge, Duquesa, Luedji Luna com Fat Family, Marcos Valle com Ana Frango Elétrico, Cícero com Duda Beat, Zeca Veloso, Buraka Som Sistema, Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro, além do baile de Rom Santana e Edmilson dos Teclados.
Os ingressos são vendidos pela plataforma totalacesso.com, com opções por dia e passaporte para os dois dias. Os valores mudam conforme o lote e a modalidade.
O A.C.Camargo leva 30 pacientes em tratamento oncológico, de até 21 anos, e seus acompanhantes para acompanhar a programação do festival. A instituição monta uma estrutura exclusiva no Memorial da América Latina, na área de ativação de marcas, com área de descanso, ambientação especial, registros fotográficos, brindes e equipe de apoio.
Os convites são destinados a pacientes acompanhados pelo A.C.Camargo e a definição é feita pela equipe assistencial, que avalia caso a caso as condições clínicas para a participação. Não há inscrição aberta ao público.
Depende da avaliação clínica individual. Quando há segurança clínica, a participação em atividades culturais é compreendida como parte do cuidado, porque preserva vínculos e contribui para o bem-estar emocional. A decisão cabe à equipe que acompanha o paciente, e a orientação é sempre conversar com o médico responsável antes.