Pele Não Melanoma | A.C.Camargo Cancer Center

Pele Não Melanoma

Este é o câncer de maior incidência, mas o de menor mortalidade se tratado adequadamente. Há dois tipos básicos de câncer de pele, o não melanoma, que surge nas células basais ou nas escamosas, e o melanoma, que tem origem nos melanócitos, células que produzem a melanina, o pigmento que dá cor à pele.

Microscopia confocal, o exame que aumenta a precisão do diagnóstico do câncer de pele

Linha Fina

Conheça esta tecnologia que também auxilia muito na avaliação de margens cirúrgicas e controle pós-tratamento – ainda raro no Brasil, o método teve o A.C.Camargo como pioneiro no país

A microscopia confocal é um exame que aumenta a precisão do diagnóstico do câncer de pele dos tipos melanoma e não melanoma.

O procedimento ainda minimiza o risco de retirada desnecessária de lesões benignas, além de também auxiliar muito na avaliação de margens cirúrgicas e controle pós-tratamento.


Microscopia confocal: como funciona

A microscopia confocal permite a visualização de estruturas microscópicas da pele (células e núcleos) sem a necessidade de biópsia. Enfim, é um exame não invasivo, que não exige cortes ou injeções.

O exame é feito por meio de um aparelho que emite um laser de baixa potência, que, quando entra em contato com a pele, garante a visualização das células.

Desta forma, a microscopia confocal permite a avaliação de achados microscópicos indicativos de câncer de pele, aumentando a precisão do diagnóstico.


Pioneirismo do A.C.Camargo

No Brasil, o A.C.Camargo foi pioneiro em utilizar a técnica e tem uma grande experiência, com mais de 10 mil casos avaliados, o que deixa para trás muitos grandes centros do mundo.

O aparelho de microscopia confocal foi desenvolvido há pouco mais de 15 anos, ou seja, é uma tecnologia relativamente nova para a medicina, empregada como ferramenta complementar à avaliação clínica dermatológica em muitos países da Europa, além da Austrália e dos Estados Unidos.

7 dúvidas sobre o câncer de pele e sua relação com o protetor solar e o bronzeador

Linha Fina

Com qual fator de protetor eu vou? Pode protetor com cor? Bronzeador dá melanoma? E o bronzeamento artificial? Descubra o que é seguro e curta o sol na medida certa

O câncer de pele, em seu subtipo não melanoma, é o tumor mais comum no Brasil. 

Para cada ano do triênio 2020-2022, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 93.160 novos casos para mulheres e 83.770 novos casos em homens.

Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver o câncer de pele, como a exposição prolongada sem protetor solar, queimadura de sol na infância ou adolescência e o histórico familiar, por exemplo.

É por isso que o A.C.Camargo conta com um Centro de Referência em Tumores Cutâneos, que emprega um olhar 360º sobre o caso de cada paciente. Uma visão multidisciplinar discutida em nossos Tumor Boards.

Fato é que o protetor solar e o bronzeador surgem como atores para quem quer pegar uma cor. Para que você não corra riscos, tire suas dúvidas abaixo e aproveite os dias quentes com segurança.


1. Quais são as causas do câncer de pele e horários a se evitar?

Quando você se expõe ao sol, recebe frações de raios ultravioletas A, B e C – o maior vilão é o B, cujo pico é mais comum das 11 às 15 horas.

Esses raios UV podem penetrar a pele e causar danos celulares que levem a um câncer. 

Isso não significa que você não possa tomar sol. O importante é ter moderação: por sermos um país tropical, evite estar ao sol entre 10 e 16 horas.


2. E as regras para o fator ideal do protetor solar?

Claro que podem existir variações de um indivíduo para o outro que apenas um dermatologista pode avaliar em consulta. 

Mas, em regra, naqueles dias de praia, piscina e afins, utilize protetor solar com fator 50.

Já para a vida urbana em que a pessoa levanta, vai trabalhar no escritório e caminha um pouco sob a luz do dia, basta o fator 30, mesmo em dias nublados. 


3. Reaplico o protetor solar quantas vezes?

O protetor funciona em média por quatro a cinco horas, não importa o fator. Portanto, é o tempo que você precisa reaplicar: você pode aplicar às 8 horas, depois às 12 horas e, por fim, às 16 horas.

Vento, suor, areia e água podem fazer protetor durar, por exemplo, duas horas ao invés de quatro horas – sempre que sair da água, é prudente que reaplique.

Mas você não saiu debaixo do guarda-sol? As regras são as mesmas, já que os raios UV atingem sua pele ao refletirem na água, na areia e no concreto.

Óculos, chapéus e roupas adequadas ajudam a proteger não só do câncer, mas também do envelhecimento.


4. Protetor solar com cor, com creme, com antioxidantes... Protetores “especiais” são perigosos?

Hoje em dia há protetor solar com hidratante, antioxidante, com cor, tem gel, musse, espuma, base com protetor solar, entre outras variações.

Mais importante que isso é o fator: se for 50, vai proteger da forma correta, não sendo tão relevante o tipo de protetor solar. 

Agora, para saber qual se adequa melhor ao seu tipo de pele, converse com o dermatologista. 


5. Usar protetor solar por muitos anos poderia causar câncer de pele?

Não, ao contrário, o sol é o causador do câncer, enquanto o protetor faz a barreira: ele vai impedir os raios UV de adentrar a pele e danificar as células. 

Quanto mais anos se usar o protetor, mais a pele será protegida. 

Nota-se em consultórios que esta geração atual, que usou mais protetor solar, tem qualidade de pele muito melhor aos 40 anos do que uma pessoa da mesma idade tinha há duas décadas. 

Os índices de câncer de pele também são menores nessa população do que eram há duas décadas por causa do protetor solar.


6. Bronzeador dá câncer de pele? E o bronzeamento artificial? 

Não é o bronzeador que causa câncer, mas, sim, a exposição desregrada ao sol.

O que pode provocar câncer de pele é o bronzeamento artificial: cada sessão pode aumentar 30 vezes o risco de um tumor cutâneo, portanto é um resultado estético imediato que pode trazer um grande aborrecimento no futuro. 


7. O autobronzeador é perigoso para um câncer de pele?

O autobronzeador, que é aquele creme que “pinta” a pele, é livre de riscos de causar um câncer de pele, então, podem usá-lo, sem problemas. 

Na dúvida, melhor consultar um dermatologista.


Fonte: Doutor Marco Antonio de Oliveira, dermatologista do Centro de Referência em Tumores Cutâneos do A.C.Camargo

Câncer de pele e vitamina D: entenda tudo e beneficie-se

Linha Fina

Tenha todos os cuidados necessários para prevenir um tumor cutâneo e aproveitar ao máximo os dias mais quentes – e aprenda a escapar das fake news

Câncer de pele e vitamina D: melanomas e tumores não melanoma são uma preocupação para aquelas pessoas que amam tomar sol, ainda mais em um país tropical como o Brasil.

Isso ajuda a explicar o fato de a “vitamina D” estar entre os termos mais comentados, sobretudo nesta época do ano, seja nas redes sociais ou mesmo no consultório.

Também pudera: o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil: corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. 

Alguns fatores aumentam o risco de um o câncer de pele, caso da exposição prolongada sem protetor solar, de queimaduras de sol na infância e do histórico familiar.

É por isso que o A.C.Camargo dispõe de um Centro de Referência em Tumores Cutâneos, que trata cada paciente com um olhar único.

E, para que você utiliza a vitamina D a seu favor e não corra riscos, confira a seguir dicas importantes para minimizar um câncer de pele.


Câncer de pele e vitamina D: a receita segura

A vitamina D é muito importante para a saúde. 

Quando o raio ultravioleta entra em contato com a nossa pele, existe uma reação fotoquímica que induz a produção de vitamina D, que, assim, faz o cálcio se fixar nos ossos.

No entanto, o mesmo raio ultravioleta que provoca essa reação do bem para os nossos ossos pode causar câncer de pele quando você se expõe ao sol em excesso, principalmente das 10 às 16 horas.

O segredo é a moderação: como estamos num país tropical, você não precisa ficar 15 minutos todos os dias neste sol de rachar que bate das 10 às 16 horas, e, assim, arriscar ter um câncer.

Tome sol fora desse horário e faça exames de sangue periódicos para dosar a vitamina D. Se estiver baixa, você irá repor em comprimidos ou gotas. 


Fake news sobre vitamina D

Como dito anteriormente, a vitamina D é fundamental para os nossos ossos, mas esse é o único benefício que ela nos dá.

Ao contrário do que dizem alguns boatos, a vitamina D não tem função antienvelhecimento e anticâncer, muito menos anticovid-19, isso não existe. 

Houve outras fake news que colocam que as pessoas deveriam abusar de vitamina D, mas isso é um perigo: pode causar até danos nos rins


Protetor solar atrapalha a produção de vitamina D?

Não. Inclusive saiu um estudo recentemente que afirma que o fato de a pessoa ter aplicado o protetor solar não impede a produção de vitamina D.

Portanto, não corra riscos e aplique diariamente, no mínimo, a cada quatro horas.

É melhor tomar um pouquinho de sol todos os dias do que tentar resolver toda a sua vitamina D num dia só de verão. 


Quem se curou de um câncer de pele pode tomar sol pela vitamina D?

Quem passou, por exemplo, por um carcinoma, que é o mais comum, tem 50% de chances de desenvolver outro câncer em cinco anos.

Então, não é recomendável que essa pessoa vá para o sol para produzir vitamina D.

Ela vai repor a vitamina D por comprimido ou gotas. Isso também é indicado para pessoas muito claras que estejam com baixa dosagem de vitamina D.

No entanto, apenas o oncologista pode dar uma recomendação mais precisa sobre um determinado indivíduo. 

Para conhecer os principais sinais e sintomas para um câncer de pele, clique aqui.


Fonte: Doutor Marco Antonio de Oliveira, dermatologista do Centro de Referência em Tumores Cutâneos do A.C.Camargo

Maria Viviane Locio Bispo

Sobre

Ensino Superior em Medicina, concluído em 2013, pela Universidade de Pernambuco.

Registro
CRM 188186
Especialidade
Dermatologia
Departamento
Oncologia Cutânea
Centro de Referência
Tumores Cutâneos
Maria Viviane Locio Bispo

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Câncer de pele: Programa de Aperfeiçoamento (Fellow)

Linha Fina

Assista ao vídeo e conheça os diferenciais do A.C.Camargo Cancer Center em oncologia cutânea

Câncer de pele: o tipo não melanoma é o mais comum no planeta e no Brasil. Por aqui, a estimativa é de 177 mil novos casos para cada ano do triênio 2020-2022, segundo o INCA.

Isso sem contar o conhecido melanoma.

Para continuar no combate ao câncer, paciente a paciente, o A.C.Camargo Cancer Center investe em ensino.

Por isso, o Dr. João Duprat, líder do Centro de Referência em Tumores Cutâneos, elenca os principais diferenciais do nosso Programa de Aperfeiçoamento na área de Oncologia Cutânea.

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Câncer de pele não melanoma: cirurgia para a retirada de um carcinoma basocelular é feita no Centro Cirúrgico Ambulatorial, com alta no mesmo dia

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Saiba tudo sobre este tipo de tumor – conheça seus sinais e sintomas, o Atendimento Oncológico Protegido do A.C.Camargo e as formas de defender a pele em tempos de pandemia (com dicas sobre a vitamina D)

O câncer de pele não melanoma é o mais comum no mundo e no Brasil. Por aqui, a estimativa é de 177 mil novos casos para cada ano do triênio 2020-2022, segundo o INCA.

O carcinoma basocelular é tipo o mais comum – e também o menos agressivo – entre os tumores de pele não melanoma. 

“O carcinoma basocelular é um tumor que praticamente não causa metástase, mas não deixa de ser importante, pois, se você não o trata, ele vai destruindo o tecido do nariz”, explica o Dr. João Pedreira Duprat Neto, cirurgião oncológico e líder do Centro de Referência em Tumores Cutâneos do A.C.Camargo Cancer Center.    


Procedimento no Centro Cirúrgico Ambulatorial: alta no mesmo dia

Boa parte das cirurgias para câncer de pele não melanoma são feitas com anestesia local, no Centro Cirúrgico Ambulatorial, sem necessidade de internação – o paciente tem alta no mesmo dia. 

Especificamente, os carcinomas basocelulares que ficam no nariz, próximos ao olho, em locais mais perigosos, necessitam de um controle intraoperatório das margens, que seria retirar o tumor e analisá-lo no microscópio, na hora em que foi retirado, para ver se saíram todas as margens deles. 

“Existem alguns tipos de cirurgia que são assim, a mais conhecida é a de Mohs. Há ainda a cirurgia de controle tridimensional das margens, que também faz o mesmo papel. No A.C., realizamos ambas”, afirma o Dr. Duprat.


Câncer de pele não melanoma, sinais e sintomas 

Ao detectar um dos indícios abaixo, marque uma consulta:

•    Qualquer pinta ou sinal que tenha crescimento, apresente coceira, sangramento frequente ou mude de cor, tamanho, consistência ou espessura
•    Lesão rosada, avermelhada e de crescimento lento, mas constante
•    Qualquer ferida que não cicatrize em 4 semanas
•    Qualquer mancha de nascença que mude de cor, espessura ou tamanho


Atendimento Oncológico Protegido 

O A.C.Camargo está preparado para receber e cuidar de seus pacientes em tempos de Covid-19, com total segurança, excelência e agilidade.

Para isso, um Atendimento Oncológico Protegido foi estabelecido na Instituição.

Saiba tudo aqui.  


Cuidados com a pele durante a pandemia

Se você tem a pele muito clara ou já teve um tumor cutâneo, deve passar o protetor solar todos os dias, mesmo se não for fazer nenhuma atividade ao ar livre.

“Para todos, o maior cuidado com a proteção deve acontecer naqueles momentos de maior exposição ao sol, como caminhadas e idas à piscina e à praia”, afirma o Dr. Duprat.

No mais, é importante que as pessoas, sobretudo as muito claras, mantenham os índices de vitamina D em dia. 

“Como o melhor sol para produzir vitamina D é também o mais perigoso, entre 11 da manhã e duas da tarde, uma boa opção é tomar por via oral”, encerra o especialista.

Doutor João Duprat, branco, cabelos grisalhos, braços cruzados e jaleco
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Boa parte das cirurgias para câncer de pele não melanoma são feitas com anestesia local, no Centro Cirúrgico Ambulatorial, sem necessidade de internação. O paciente tem alta no mesmo dia.
Doutor João Duprat , líder do Centro de Referência em Tumores Cutâneos do A.C.Camargo

Raquel Ramos Castro Carvalhal Ribas

Sobre

Ensino superior em Medicina, concluído em 2008, na Universidade Metropolitana de Santos

Doutorado em oncologia cutânea, em andamento, no A.C.Camargo Cancer Center

Registro
CRM 135659
Especialidade
Dermatologia
Departamento
Oncologia Cutânea
Centro de Referência
Tumores Cutâneos
Raquel Ramos Castro Carvalhal Ribas

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Mariane Campagnari

Sobre

Ensino Superior em Medicina, concluído em 2002, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Mestrado em Oncologia, concluído em 2013, no A.C.Camargo Cancer Center

Especialização em Cirurgia Plástica, concluída em 2010, na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Registro
CRM 109748
Especialidade
Cirurgia Cutânea
Departamento
Oncologia Cutânea
Centro de Referência
Tumores Cutâneos
Mariane Campagnari

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Marco Antonio de Oliveira

Sobre

Ensino Superior em Medicina, concluído em 1996, na Universidade Estadual de Maringá

Especialização em Dermatologia, concluída em 2004, na Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos

Registro
CRM 89308
Especialidade
Dermatologia
Departamento
Oncologia Cutânea
Centro de Referência
Tumores Cutâneos
Marco Antonio de Oliveira

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