Diagnóstico

Câncer de pele: uma seleção de conteúdos para você saber tudo sobre tumores cutâneos

Linha Fina

Confira dezenas de publicações (textos, vídeos e podcasts) separadas pelas temáticas de prevenção, diagnóstico e tratamento

Entre os tipos de câncer de pele, o não melanoma é o mais incidente no mundo e no Brasil, onde há estimativa de 177 mil novos casos por ano, de acordo com o INCA.

Tanto que existe o Dezembro Laranja, o mês de conscientização para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de pele. 

Embora o melanoma, tipo mais agressivo de câncer de pele, tenha o seu pico de incidência dos 45 aos 64 anos, um estudo do A.C.Camargo Cancer Center aponta que 3 entre 10 pacientes com melanoma têm menos de 45 anos.

Para que você saiba mais sobre este universo, o A.C.Camargo Cancer Center apresenta a seguir dezenas de publicações.

Elas foram divididas pelas temáticas de prevenção, diagnóstico e tratamento.

Tem textos, vídeos, podcasts... Confira:

 

Câncer de pele: 13 cuidados
O principal fator de risco é a exposição aos raios solares, mas há mais

Podcast Rádio Cancer Center - Manual da pele no verão
Ouça o programa e aprenda a não correr riscos com dicas simples e práticas

Aproveite o verão com as dicas deste infográfico
Cuidados com o sol, alimentação saudável e hidratação são fundamentais para minimizar riscos

Podcast Rádio Cancer Center - Sua pele no verão: procedimentos estéticos e tatuagem
Quem já teve um câncer pode fazer peeling, laser, botox ou um preenchimento? Tire esta e outras dúvidas 

7 dúvidas sobre o câncer de pele e sua relação com o protetor solar e o bronzeador
Com qual fator de protetor eu vou? Pode protetor com cor? Bronzeador dá melanoma? 

Podcast Rádio Cancer Center - Tudo sobre protetor solar e vitamina D para proteger sua pele
Conheça as principais dúvidas das pessoas, seja no consultório ou nas redes sociais, e previna-se

Mitos & verdades sobre o câncer de pele
Um tira-dúvidas para você não correr riscos 

Prevenção primária e prevenção secundária
É importante conhecer as formas de proteção para cuidar bem da saúde

Câncer de pele e vitamina D: entenda tudo e beneficie-se
Tenha todos os cuidados necessários – e aprenda a escapar das fake news

Podcast Rádio Cancer Center - Câncer de pele: atenção aos sinais e sintomas
Uma conversa para aprender a reconhecer os alertas que pedem uma consulta médica

Dermatoscopia, dermatoscopia digital e microscopia confocal
Conheça os exames que ajudam a diagnosticar o câncer de pele

Vídeo: diagnóstico precoce em tumores cutâneos
Assista e entenda melhor o câncer de pele

Entenda a diferença entre os tipos de câncer de pele
Alguns sinais e sintomas pedem atenção e uma consulta com um dermatologista

Conheça os fatores de risco para câncer de pele
Aproveite o melhor do verão sem colocar sua saúde em risco

O desafio do diagnóstico precoce do câncer de pele em homens
Saiba como identificar um eventual tumor 

Melanoma acral exige maior atenção ao diagnóstico
Compreenda este tipo raro de câncer de pele

Tomografia de pele pode no futuro ajudar no diagnóstico de melanoma
Estudo do A.C.Camargo em parceria com a Universidade de Michigan busca trazer agilidade nos exames não invasivos da pele

No A.C.Camargo Cancer Center, a tecnologia salva vidas
Conheça as vantagens tecnológicas que operam a serviço do paciente e garantem as melhores práticas no combate ao câncer 

Cirurgia de retirada do carcinoma basocelular é feita com alta no mesmo dia
Câncer de pele não melanoma é tratado no Centro Cirúrgico Ambulatorial com agilidade e segurança

Avanços no tratamento de tumores de pele: veja o vídeo
Assista e fique por dentro dos ganhos nas terapias que combatem o câncer cutâneo

Centro de Referência em Tumores Cutâneos: o paciente no foco do tratamento
CR é dedicado ao tratamento do câncer de pele e conta com 28 profissionais multidisciplinares de saúde 

12 cuidados com as mãos e os pés importantes ao paciente oncológico
Durante a quimioterapia, alguns podem sentir efeitos colaterais na pele

Pele melanoma: um manual
Confira todas as modalidades de tratamento

Pele não melanoma: um manual
Conheça todas as possiblidades de tratamento

Cuidados com a pele durante a radioterapia
O tratamento pode reservar alguns efeitos colaterais; saiba como lidar 

Câncer de pele: o tratamento da doença
Tire suas principais dúvidas

A reposição de vitamina D
Confira os riscos e benefícios

Câncer de pele: uma live que discute os cuidados e terapias
Assista e conheça todas as formas de prevenção e tratamento

Os efeitos da radioterapia na pele
Saiba o que pode acontecer durante o tratamento

E-book: novembro azul e a saúde do homem

Linha Fina

Faça download do nosso e-book e confira informações como sinais e sintomas e fatores de risco para câncer de próstata, de pênis e de testículo

Novembro Azul é o mês de conscientização para a saúde masculina. Uma campanha que reafirma a importância de focar a atenção nos tumores urológicos.

O assunto não se resume ao câncer de próstata, embora ele seja o primeiro mais comum para os homens. Novembro Azul também tem como premissa a conscientização para a prevenção e a detecção precoce dos tumores de pênis e testículos.

Para que você possa saber mais sobre esses tipos de tumores e tenha acesso à informação de qualidade, preparamos este e-book, que explica quais são os fatores de risco, sinais e sintomas, como é a prevenção e a detecção precoce da doença.
 

Você sabe se tem pólipos no intestino? Isso importa na prevenção do câncer

Linha Fina

Em artigo publicado na Veja, Dr. Victor Piana de Andrade, CEO do A.C.Camargo, explica o que está por trás do câncer colorretal, doença que aparece cada vez mais em jovens, mas pode ser rastreada e evitada

"O câncer colorretal nos desafia porque é um tumor de instalação lenta, mas que continua matando muita gente. A doença, que surge a partir de um pólipo no intestino, cresce anos silenciosamente sem dar sintomas, até que episódios de diarreia, sangramento nas fezes e dores começam a chamar a atenção.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), é o quinto tumor mais diagnosticado (40 mil casos por ano) e o quarto que mais mata no Brasil (9 mil mortes por ano). Ele afeta todas as classes sociais, mas aparece em maior frequência em homens do que em mulheres e também em regiões mais desenvolvidas, onde há maior consumo de alimentos processados. O envelhecimento e maus hábitos alimentares levam a projeções de crescimento acelerado na incidência e na mortalidade pela doença.

Para entender sua origem, tenhamos em mente que o intestino é um órgão tubular e oco, com 6 metros de comprimento, cuja extensão final de 1,5 metro até a borda anal é chamada de cólon. O órgão é revestido internamente de uma camada de células que têm múltiplas funções, como participar da digestão e da absorção dos nutrientes (e de água) e da secreção de muco, que facilita o trânsito intestinal.

Ali também ficam células do sistema imune, que convivem com a nossa flora intestinal e reagem a vírus e bactérias estranhas. Alimentos ricos em fibras como frutas e verduras promovem o equilíbrio desse microambiente, enquanto alimentos ricos em gorduras saturadas, carne processada, corantes, álcool, produtos químicos, antibióticos e cigarro modificam o equilíbrio da microbiota.

A exposição prolongada a esses fatores de risco provoca mutações no DNA das células do intestino, desencadeando uma proliferação celular anormal, fenômeno que leva à formação dos pólipos. Eles são elevações na parte de dentro do cólon.
Uma analogia para compreender os pólipos é imaginar como se fossem cogumelos nascendo em meio a um gramado verde e plano. O cogumelo pode crescer, com a base mais larga ou estreita, a ponto de obstruir a luz do intestino e gerar sintomas como diarreia persistente, constipação, alteração na cor e na espessura das fezes… E parte desses pólipos pode se quebrar e sangrar ou induzir a produção excessiva de muco.

Por isso conhecer seus hábitos intestinais e observar com regularidade como estão suas fezes é tão importante. Qualquer anormalidade, ainda mais se não for passageira, justifica uma consulta médica.

Mais grave ainda é a profundidade do pólipo no intestino, quando ele ultrapassa os limites superficiais. Agora estou falando de formações que passam pela parede do intestino e comprometem linfonodos (gânglios linfáticos), vasos sanguíneos e outros órgãos nas redondezas.

Nessa fase, o câncer pode se disseminar para outras áreas do organismo, tornando o tratamento mais difícil e sofrido para o paciente. Em geral, precisamos recorrer a sessões de quimioterapia e outras estratégias mais caras e prolongadas.

Antecipando-se ao perigo

Os sinais e sintomas do câncer colorretal descritos acima estão presentes em 70 a 95% dos casos em estágio mais avançado. Sangramentos nas fezes devem ser investigados imediatamente. Não se pode assumir que é apenas uma hemorroida, por exemplo; muitas vezes, nessas circunstâncias, semanas ou poucos meses separam uma lesão cancerosa curável de uma incurável.

Assim, para prevenir essa doença séria, devemos promover um ambiente saudável para as células do intestino, o que inclui uma alimentação mais natural e fresca, rica em fontes de fibras, e realizar exames periódicos para flagrar e extrair eventuais pólipos formados ao longo da vida.

Um em cada sete casos de câncer colorretal ocorre antes dos 50 anos de idade, e a incidência em pacientes jovens vem crescendo. Nas últimas três décadas, o surgimento da doença antes dos 50 anos subiu 45%, sendo que entre 10 e 20% dos casos são atribuídos a uma origem hereditária, e o restante a fatores de risco comportamentais e ambientais, aos quais estamos nos expondo cada vez mais precocemente.

Nas grandes cidades, principalmente, o sedentarismo, a obesidade e o consumo de alimentos processados, ricos em gordura saturada, são vistos com frequência entre crianças e adolescentes.

A colonoscopia é o exame que possibilita olhar com uma lupa o tapete de células intestinais em busca de alterações suspeitas. Deve ser feita em qualquer indivíduo a partir dos 45 anos de idade. Daí em diante a frequência de repetição do exame vai depender do que se encontra inicialmente.

Pessoas com história familiar de câncer colorretal devem iniciar a rotina de colonoscopia mais cedo, antes dos 45 anos. Os pólipos precisam ser retirados e enviados para análise pelo patologista. É no microscópio que se avalia o grau de anormalidade (atipia nuclear) das células, o que irá definir os intervalos da colonoscopia a cada cinco anos, três anos ou menos, a depender dos achados e dos fatores de risco individuais.

Esses pólipos podem ser pequenos, com alguns milímetros, ou já representarem lesões de vários centímetros. Enquanto não invadirem as camadas mais profundas da parede intestinal, o tratamento será sua retirada na própria colonoscopia ou por meio de uma cirurgia, com amplo potencial curativo.

Quanto mais pólipos forem encontrados e eliminados, melhor para a prevenção. Se a formação for grande, será necessário estudar com detalhe seus troncos e partes mais profundas ao microscópio para determinar se houve ou não invasão dos tecidos (algo que às vezes tem de ser feito no hospital).

Saiba, porém, que um pólipo de alguns milímetros pode levar anos (até mais de uma década) para progredir e virar um câncer avançado. Percebe o papel dos exames?

Atenção à colonoscopia

A colonoscopia é um exame eficaz e seguro. Complicações são observadas em um em cada mil exames. O procedimento requer um preparo para se esvaziar completamente o intestino no dia anterior, e os equipamentos só existem em hospitais ou clínicas especializadas. A capacidade dos profissionais de procurar, biopsiar e retirar os pólipos no exame fazem diferença.

Um bom colonoscopista está preocupado em encontrar o maior número de pólipos possível para personalizar a prevenção. Até mesmo algoritmos de inteligência artificial têm sido investigados para aumentar a detecção dessas pequenas estruturas nas colonoscopias. É importante saber se você tem pólipos, quantos e de quais tipo. Eles dão um retrato do seu risco de câncer colorretal.

A questão é que a desinformação, a vergonha, o preconceito e a falta de acesso associados à colonoscopia dificultam a ampla implementação do exame na população, o que contribui para a alta mortalidade pela doença.

Uma alternativa mais simples e barata, mas não tão eficaz, de rastrear a enfermidade é a pesquisa de sangue no exame de fezes. Se há sangue nas fezes, pode ser que exista alguma lesão relevante e a colonoscopia deve ser realizada a seguir. Se o resultado for negativo, há uma probabilidade muito menor que exista algo preocupante. Só que esse exame não diferencia lesões precoces de avançadas nem ajuda a estabelecer o risco individual para o futuro.

Há poucas semanas, um estudo conduzido em países europeus e publicado no respeitado periódico The New England Journal of Medicine questionou a validade da colonoscopia como método de rastreamento populacional. Nessa análise, a redução da mortalidade em dez anos foi de 18%, muito abaixo do que havia sido mostrado por trabalhos anteriores.

Os resultados foram amplamente questionados pela comunidade científica e sociedades de especialistas porque:
1) menos da metade dos indivíduos convidados a fazer colonoscopia compareceu ao exame;
2) o número de pólipos encontrados nos exames foi abaixo dos 25% considerado adequado para colonoscopistas experientes.

Assim, a comunidade médica continua recomendando a colonoscopia por se tratar de um método efetivo de rastreamento, sobretudo quando o paciente comparece, o preparo é adequado e o profissional, experiente. Mas também reconhece a dificuldade de implementá-la em nível populacional.

Progressos no tratamento

Os tratamentos do câncer colorretal evoluíram, tanto os cirúrgicos, que estão menos invasivos, como os medicamentos de uso sistêmico, mais inteligentes e direcionados de acordo com as características moleculares do tumor. A radioterapia também está mais precisa e menos tóxica.

No entanto, sabemos que são tratamentos que trazem desconforto e impactos sociais quando a doença se encontra avançada. O fato é que mesmo pacientes com câncer metastático (quando já se espalhou para outras regiões) ganharam sobrevida com esses progressos. Buscamos agora protocolos terapêuticos que adicionem mais qualidade de vida à balança e evitem cirurgias quando elas não oferecem tantos benefícios.

Ponto pacífico é melhorar a prevenção e o rastreamento dos tumores intestinais. Por ora, o cenário ideal contempla detectar mais cedo e mais frequentemente os pólipos para não pegarmos tantos casos em estágio adiantado. A mudança de hábitos alimentares também ajuda a salvar vidas.

No futuro, talvez seja possível usar outros métodos, como exames de sangue ou exames de imagem menos invasivos, para o rastreamento.

Aos gestores e responsáveis pelas políticas de saúde, fica o convite para entendermos os motivos na falha do rastreamento, mesmo quando os exames são acessíveis, e expandir o número de brasileiros avaliados, além do estímulo a um padrão alimentar mais saudável, o que passa por incentivos à cadeia de alimentos naturais e frescos e à redução no consumo de comida processada.

Retomando, o câncer colorretal progride silenciosamente por anos e não podemos esperar pelos sintomas para agir. Precisamos sensibilizar as pessoas e o sistema a fazer mais rastreamentos com colonoscopia e a combater fatores de risco como má alimentação e obesidade.

Não fazer nada nos levará a assistir a uma escalada na incidência e na mortalidade da doença no Brasil."

Saúde do homem: os exames que ele deve fazer aos 30, 40 e 50 anos para diagnosticar um câncer de forma precoce

Linha Fina

Neste infográfico, veja os testes de rastreamento essenciais que têm de ser realizados – divididos por idade

A saúde do homem merece atenção. Além de manter hábitos saudáveis como alimentação equilibrada e atividade física, uma forma de proteger se proteger é realizar estes exames que você verá a seguir.

Lembrando que outros testes de rastreamento para um eventual câncer podem ser indicados pelo médico, de acordo com a análise do histórico familiar e as queixas de cada paciente.

Em tempos de Novembro Azul, saiba tudo neste infográfico:
 

infográfico saúde do homem exames

Leucoplasia: saiba mais sobre essa lesão que acomete a laringe

Em exame de rotina do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, foram apontadas inflamação nas cordas vocais e manchas brancas na laringe.

Essas manchas são chamadas de leucoplasia, alterações nas células que não representam uma “emergência médica”, mas precisam ser acompanhadas pois há risco de evoluírem para um câncer. A boa notícia é que esse risco é considerado baixo, cerca de 10%.

Para o câncer de laringe, são esperados 6.470 novos casos em homens e 1.180 em mulheres em 2022, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Fumo, álcool e refluxo gastroesofágico são alguns dos fatores de risco. Enquanto as leucoplasias geralmente são assintomáticas, os sinais e sintomas do câncer de laringe são:
•    Irritação ou dor de garganta que piora com a deglutição e não passa em duas semanas;
•    Rouquidão e mudança de voz, que persistem por mais de 15 dias;
•    Aparecimento de nódulo no pescoço;
•    Pigarro ou tosse constante;
•    Dor ou dificuldade para engolir;
•    Dificuldade para respirar;
•    Perda de peso inexplicável.

Para saber mais sobre diagnóstico e tratamento do câncer de laringe, clique aqui.
 

Os Tumores Neuroendócrinos e seu Dia Mundial de Conscientização

Linha Fina

Para marcar o dia 10 de novembro, assista ao vídeo e conheça mais sobre esses tipos de câncer pouco comuns

Os tumores neuroendócrinos são considerados raros. Eles se originam de células neuroendócrinas – estas estão espalhadas por todo o corpo, principalmente pelo pulmão e pelo trato gastrointestinal.

Tais células têm características tanto de células endócrinas produtoras de hormônios quanto de células nervosas. 

Poucos fatores de risco são conhecidos como vilões para o desenvolvimento de tumores neuroendócrinos. Alimentação, álcool e cigarro, aparentemente, não apresentam relação. 

Existe alguma conexão com hereditariedade, com algumas síndromes genéticas que aumentam o risco de tumores neuroendócrinos. 

Entre elas, as mais comuns são: a neoplasia endócrina múltipla (tipos 1 e 2) e a Síndrome de Von Hippel-Lindau.

 

Tumores neuroendócrinos: sinais variados

São tumores muito diversos, que podem desencadear diferentes sintomas e sinais

Então, se um tumor neuroendócrino se instala no pâncreas, por exemplo, e produz um hormônio chamado glucagon, o paciente pode apresentar quadro clínico de diabetes.

Outra possibilidade é haver quadro de diarreia e rubor facial quando o tumor está no intestino fino.

O diagnóstico é detectado por meio de exames PET Scan – tomografias computadorizadas por emissão de pósitrons. Há dois tipos: 

- PET Scan Gálio 68: é um exame específico para um tumor neuroendócrino.
- PET-FDG: é um PET Scan utilizado tanto para aferir vários tipos de tumores sólidos como para avaliar a agressividade dos tumores neuroendócrinos.

Há até uma data para lembrar esse tipo de câncer, o Dia Mundial de Conscientização sobre Tumores Neuroendócrinos, marcado para todo 10 de novembro.

Para entender mais, veja este vídeo com a Dra Rachel Riechelmann, head da Oncologia Clínica do A.C.Camargo e membro do conselho consultivo da Sociedade Europeia de Tumores Neuroendócrinos.

Podcast Rádio Cancer Center #66 - Novembro Azul: a nova biópsia transperineal e outras formas de diagnóstico precoce

Linha Fina

Confira o episódio que explica de forma simples e objetiva a importância de detectar cedo um tumor urológico

A biópsia transperineal, que está chegando ao A.C.Camargo Cancer Center, é uma forma mais moderna de se fazer uma investigação de um câncer de próstata.

É o que nos conta o Dr. Éder Silveira Brazão Junior, do Centro de Referência em Tumores Urológicos do A.C.Camargo, na edição 66 do do podcast Rádio Cancer Center.

O médico também aborda as outras formas de se diagnosticar tumores urológicos precocemente, que envolve ter atenção a sinais e sintomas que pedem que você marque uma consulta com um especialista.

Em tempos de Novembro Azul, campanha que reafirma a importância de focar a atenção nos tumores urológicos, saiba mais neste podcast que detalha tudo de forma simples e objetiva:

 

Se preferir, ouça este podcast em nossos agregadores de streaming: Spotify, SoundCloud, Google Podcasts e Deezer.

 

A importância do radiologista na jornada do paciente oncológico

Linha Fina

Saiba qual o papel da equipe de radiologia durante as diversas etapas do tratamento

Em 8 de novembro celebramos o Dia Nacional do Médico Radiologista e o Dia Internacional da Radiologia. Você conhece qual a importância dos profissionais de radiologia e qual o seu papel na jornada do paciente oncológico? 

A importância dos radiologistas

A radiologia é de fundamental importância na medicina, pois possibilitou verificar imagens do interior do corpo humano sem a necessidade de uma cirurgia. Por isso, o Dia Nacional do Médico Radiologista e o Dia Internacional da Radiologia foram escolhidos para serem celebrados em 8 de novembro como homenagem ao dia em que o físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen descobriu os raios X, em 1895. Sua descoberta revolucionou a medicina, que passou a contar com um instrumento mais preciso para fazer um diagnóstico.

Segundo as instituições internacionais que promovem o Dia Internacional da Radiologia, o objetivo é conscientizar o mundo para as impressionantes possibilidades médicas, científicas e até artísticas da imagem médica, além do papel essencial dos radiologistas em diversos cenários médicos.

A equipe de radiologia é responsável pelo diagnóstico de diversas doenças, que podem ser detectadas por métodos de imagem, e também pelo tratamento, por meio de procedimentos de radiologia intervencionista. Os exames de imagem mais utilizados na prática médica são as radiografias, mamografias, densitometrias, ultrassonografias, tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas. 

Os médicos radiologistas são responsáveis por orientar o protocolo adequado para cada exame, além de interpretar as imagens obtidas e redigir o laudo com as informações necessárias para o diagnóstico. Além do médico radiologista, outros profissionais que têm papel fundamental na rotina são os técnicos de radiologia, tecnólogos e biomédicos especializados em imagem, que são responsáveis por preparar o paciente e executar os exames de diagnóstico por imagem (com exceção da ultrassonografia, que é feita pelo próprio médico radiologista). 

Radiologistas em um cancer center

Como a qualidade da imagem é fundamental para ter uma interpretação adequada do exame, a equipe de radiologia do A.C.Camargo Cancer é formada por profissionais treinados e com experiência em oncologia e suas particularidades. Estes profissionais estão presentes durante toda a jornada do paciente oncológico, avaliando-o como um todo e considerando todos os exames anteriores já feitos (inclusive os que não são de imagem).

Alguns exemplos da atuação da radiologia na oncologia incluem diagnóstico de lesões suspeitas, indicação do estadiamento do tumor, se o câncer está crescendo ou diminuindo durante o tratamento, se o tumor voltou ou não após o paciente ter alta, e diversas outras possibilidades. Os métodos de imagem também são bastante utilizados para guiar uma biópsia percutânea, que retira um pedacinho do tumor para confirmação do diagnóstico sem necessidade de um procedimento cirúrgico.

Os exames de imagem funcionam como uma bússola para o oncologista, direcionando todas as etapas do tratamento. Por isso, uma equipe de radiologia integrada e experiente faz toda a diferença na qualidade da imagem produzida, na sua interpretação adequada e, consequentemente, no sucesso do tratamento oncológico.

Fontes: 
Dr. Almir Galvão Vieira Bitencourt, médico radiologista do A.C.Camargo Cancer Center
Dra. Camila Souza Guatelli, médica radiologista do A.C.Camargo Cancer Center
www.internationaldayofradiology.com
www.spr.org.br/a-spr/historia-da-radiologia

Câncer de pulmão: veja o vídeo e saiba se prevenir

O risco de um fumante desenvolver câncer de pulmão é de cerca de 20 a 60 vezes maior que o risco de um não fumante. 

Assim, assista ao vídeo objetivo do A.C.Camargo Cancer Center e saiba como é possível prevenir um tumor e ter bem-estar.


 

Câncer de próstata e hiperplasia prostática

Linha Fina

As diferenças existem, mas há sintomas comuns entre essas duas doenças que acometem a próstata, por isso, é importante ficar atento e realizar os exames de rotina

O mês de novembro é marcado por uma série de campanhas de combate e prevenção ao câncer de próstata. Batizado como “Novembro Azul”, o objetivo principal é conscientizar homens em todo o mundo sobre a gravidade da doença.


No Brasil, de acordo com o Instituto nacional de Câncer (INCA), estima-se o diagnóstico de 65.840 novos casos de câncer de próstata em 2022. Esta estatística corresponde a cerca de 63 novos casos para cada 100mil homens. 


Ainda segundo o INCA, o câncer de próstata ocupa a primeira posição no ranking de tipos de câncer que acometem homens no Brasil, sendo: 72,35/100 mil na Região Nordeste, 65,29/100 mil na Região Centro-Oeste,  63,94/100 mil na Região Sudeste, de 62,00/100 mil na Região Sul e de 29,39/100 mil na Região Norte.


Mas você sabe qual é a diferença entre uma próstata inflamada, aumentada ou com câncer?


A próstata tem o tamanho de uma noz e contém pequenas glândulas que produzem sêmen. Ela está localizada abaixo da bexiga e na frente do reto, com a uretra. As diferenças entre o aumento ou câncer são mínimas, por isso, é vital que se procure um médico especialista ao surgir qualquer sintoma.


Próstata aumentada ou inflamada (hiperplasia)


A hiperplasia prostática, ou inflamação e o aumento da próstata, é um crescimento benigno (não sendo um câncer) do tamanho da próstata que atinge cerca de 25% dos homens na faixa dos 40 aos 49 anos. Esse aumento pode comprimir a uretra diminuindo o seu calibre e dificultando – ou até mesmo impedindo – a passagem da urina e causando inúmeros problemas.
Os principais sintomas urinários causados pela próstata inflamada (hiperplasia prostática benigna) são:


•    Dificuldade para começar urinar, jato urinário fraco ou interrompido.
•    Esforço miccional (dificuldade para urinar).
•    Sensação de não esvaziar a bexiga completamente.
•    Gotejamento excessivo após urinar
•    Urinar com mais frequência que o habitual
•    Acordar a noite para urinar (Noctúria)
•    Incontinência urinária
•    Dor suprapúbica


Câncer de Próstata


Nos estágios iniciais, o câncer de próstata, em geral, não apresenta sintomas e, por esse motivo, as visitas anuais ao urologista são fundamentais para a detecção precoce. A dificuldade para urinar pode ser sintoma de câncer que, em geral, já deve estar em fases mais avançadas), mas também da hiperplasia benigna e só um médico pode fazer o diagnóstico correto. Portanto, fique atento aos sintomas e procure seu médico, principalmente se possuir mais de 40 anos.


•    Urinar pouco de cada vez
•    Urinar com mais frequência, especialmente à noite, quando o paciente se levanta várias vezes da cama para ir ao banheiro
•    Dificuldade para urinar
•    Redução da força ou do calibre do jato urinário
•    Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga após urinar
•    Demora para iniciar o ato de urinar
•    Dor ou ardência ao urinar
•    Presença de sangue no sêmen ou na urina
•    Ejaculação dolorosa


Reiteramos que na grande maioria dos cânceres de próstata em fase inicial, que são os com maior taxa de cura e que cujo tratamento causa menos sintomas e tem menores custos, esse tumor não tem sintomas. Os sintomas acima, em geral associadosa hiperplasia beninga, quando causados pelo câncer, em geral decorrer de turmoes mais avnaçados, cujas taxas de cura são menores, os tratamentos tem maior custo e se associam a maiores efeitos colaterais.


Da mesma forma que o câncer de mama, quanto mais cedo for diagnosticado o câncer de próstata, maiores serão as chances de cura.