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Mitos & verdades: câncer de pâncreas, fígado e vesícula

 
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Mitos & verdades: câncer de pâncreas, fígado e vesícula

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Geralmente assintomáticos no início, os tumores no fígado e no pâncreas podem ser diagnosticados tardiamente, em fase mais avançada e agressiva. Confira alguns mitos e verdades sobre câncer de pâncreas, fígado e vesícula biliar.
 

O diabetes pode se desenvolver em câncer?

Mito. O diabetes não é um fator de risco para o desenvolvimento da doença, mas o modo e a intensidade de sua manifestação podem ser sintomas do câncer de pâncreas.

Quando surge subitamente em não diabéticos ou em quem estava com a doença controlada, recomenda-se a análise do pâncreas, pois um tumor pode causar esse desequilíbrio. Essa verificação é importante para direcionar o paciente ao tratamento correto e não somente alterar medicações ou doses de insulina para inibir os sintomas.
 

O câncer no fígado pode ser causado por hepatites?

Verdade. Infecções virais como as hepatites B e C, se estiverem em atividade, podem se tornar fatores de risco para a forma mais comum de câncer de fígado, o hepatocarcinoma. A cirrose, outra doença que pode atingir o órgão, também pode ser relacionada às hepatites, além de predispor ao desenvolvimento de tumores no fígado.
 

O fígado se regenera após sua retirada parcial cirurgicamente?

Verdade. Devido à extensão de alguns tumores, é necessária a retirada parcial do fígado. Após o procedimento, o órgão cresce para reocupar o espaço e também todas as suas funções. Mas essa "regeneração" só é possível se, após a cirurgia, reste pelo menos metade do fígado.
 

Pedras na vesícula podem aumentar o risco de desenvolvimento de tumores?

Depende. Essa possibilidade varia de acordo com o tamanho do cálculo. A maioria das pedras que aparecem na vesícula biliar costuma ter entre 0,5 e 1 cm e, geralmente, é retirada por meio da laparoscopia, procedimento cirúrgico minimamente invasivo. Mas, caso o tamanho do cálculo supere os 3 cm, é considerado fator de risco para o desenvolvimento do câncer de vesícula biliar, tumor raro e de comportamento agressivo.

Dr. Felipe José Fernandez Coimbra - CRM 93020
Diretor do Núcleo de Cirurgia Abdominal
Especialista em Cancerologia Cirúrgica - RQE 30634
Especialista em Cirurgia Geral - RQE 30635

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