Reabilitação

Assista a um time especializado em superação dar show em campo

A seleção já está pronta para o início da primeira partida na Copa. Mas, antes de o juiz apitar, ouça a bela homenagem que o time do Coral Sua Voz preparou para esquentar o coração da torcida.

O projeto é composto de pacientes com câncer de laringe que retiraram o órgão de forma completa ou parcial, incluindo as cordas vocais.

Em nosso Centro de Referência, fonoaudiólogos especializados trabalham a reabilitação vocal para recuperar a capacidade de falar e cantar de cada paciente, assim como para levar mais alegria a todos.

Assista ao vídeo e compartilhe esse show de garra.

 


 

Podcast Rádio Cancer Center #68 - Novembro Azul: cirurgias minimamente invasivas e outros avanços nos tratamentos

Linha Fina

Ouça este episódio e conheça as novidades e os perfis de pacientes que se encaixam

As cirurgias minimamente invasivas para tumores urológicos estão em pauta neste episódio do podcast de Novembro Azul.

Nele, o Dr. Stênio de Cássio Zequi, líder do Centro de Referência em Tumores Urológicos do A.C.Camargo, fala de como essas cirurgias fazem diferença no desfecho clínico.

Destaque para a cirurgia robótica para o câncer de próstata e rim e para a cistectomia robótica minimamente invasiva para câncer de bexiga.

O médico também conta mais sobre o tratamento do câncer de próstata, cuja estimativa para este ano é de 65.840 novos casos, sendo o segundo tipo de tumor mais comum em homens no Brasil, de acordo com o INCA. 

Em tempos de Novembro Azul, saiba tudo neste podcast:


Se preferir, ouça este podcast em nossos agregadores de streaming: Spotify, SoundCloud, Google Podcasts e Deezer.

 

Dia Nacional dos Ostomizados

Linha Fina

Comemorada em 16 de novembro, a data é marcada pela luta
contra o preconceito e a desinformação

O Dia Nacional dos Ostomizados, em 16 de novembro, foi criado como forma de tentar acabar com o preconceito por meio da informação.

A ostomia, também conhecida como estomia, é uma cirurgia realizada com objetivo de construir um novo caminho para eliminar a urina e as fezes. É um procedimento que salva vidas. Mas, ainda existem pessoas com preconceito ou que olham torto quando alguém diz ou mostra que é ostomizado.

 

 

Abaixo, confira os tipos de ostomias:

Colostomia: abertura no intestino grosso para saída de fezes ou urina e fezes.

Ileostomia: abertura no intestino delgado (fino) para saída de fezes. 

Urostomia: um pedaço do intestino delgado é ligado ao ureter para saída de urina.

Tipos de ostomias

Podcast Rádio Cancer Center #67 - Vigilância ativa para câncer de próstata: quando é melhor "não tratar"

Linha Fina

Ouça este episódio e conheça as novidades e os perfis de pacientes que se encaixam

Vigilância ativa para câncer de próstata, uma decisão que é adotada é vários casos, como contamos no episódio 67 do podcast Rádio Cancer Center.

Nele, o Dr. Victor Espinheira Santos, do Centro de Referência em Tumores Urológicos do A.C.Camargo, fala sobre os casos em que é melhor monitorar um tumor com exames do que partir imediatamente para o tratamento.

O médico também se aprofunda no tratamento do câncer de próstata, cuja estimativa para este ano é de 65.840 novos casos, sendo o segundo tipo de tumor mais comum em homens no Brasil, de acordo com o INCA. 

Em tempos de Novembro Azul, saiba tudo neste podcast:

Se preferir, ouça este podcast em nossos agregadores de streaming: Spotify, SoundCloud, Google Podcasts e Deezer.

 

Podcast Rádio Cancer Center #65 - Radioterapia para câncer de próstata: um novo gel e outros avanços no tratamento

Linha Fina

Ouça este episódio e conheça as novidades e os perfis de pacientes que se encaixam

Radioterapia para câncer de próstata, uma modalidade de tratamento que é adotada é vários casos, como contamos no episódio 65 do podcast Rádio Cancer Center.

Nele, o Dr. Antônio Cassio Pellizzon, head do Departamento de Radioterapia, fala de um gel que agora pode ser usado no Brasil e protege de eventuais efeitos colaterais.

O médico também conta sobre as técnicas mais precisas e modernas de radioterapia, que exigem menos sessões; e de outros avanços no tratamento do câncer de próstata, cuja estimativa para este ano é de 65.840 novos casos, sendo o segundo tipo de tumor mais comum em homens no Brasil, de acordo com o INCA. 

Em tempos de Novembro Azul, saiba tudo neste podcast:

 

Se preferir, ouça este podcast em nossos agregadores de streaming: Spotify, SoundCloud, Google Podcasts e Deezer.

 

Yoga como terapia integrativa oncológica

Linha Fina

A oncologia integrativa é uma prática reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, pelo Ministério da Saúde, desde 2018, e é adotada em mais de 60 países

Pacientes oncológicos precisam lidar com diferentes aspectos e situações em suas vidas que vão muito além do tratamento contra o câncer. Além dos efeitos colaterais causados pela quimioterapia, por exemplo, o impacto psicológico é um dos principais fatores ligados à qualidade de vida. Por isso, é muito importante que estes pacientes tenham acesso a uma rede de apoio e terapias complementares (oncologia integrativa) capazes de dar suporte ao tratamento.

A terapia integrativa no cenário oncológico – oncologia integrativa – é considerada um conjunto de ferramentas ou terapias alternativas e complementares ao tratamento convencional do câncer. Isso significa que ela não substitui o tratamento adotado pelo médico. Ela é complementar e reconhecida pelo Ministério da Saúde desde 2018 e há mais tempo pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Oncologia integrativa - Yoga

Um dos grupos mais utilizados é o de “mente e corpo”, onde atividades como yoga, meditação, dança, arteterapia e outros são utilizadas para promover a melhora física, por meio do movimento, e mental, com exercícios de meditação, do paciente.

A Yoga oferece diferentes técnicas de respiração e relaxamento ao praticante, auxiliando no funcionamento do organismo, concentração e na redução do estresse, principalmente durante o tratamento oncológico. É sem custo para o paciente e realizado em nossa unidade Pires da Mota.  Inscreva-se aqui.

Práticas integrativas e complementares em oncologia

O A.C.Camargo Cancer Center vem fortalecendo o movimento das práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) para seus pacientes e cuidadores. A instituição oferece aos pacientes a prática de yoga como um recurso terapêutico.

Entre os meses de novembro e dezembro de 2022, o A.C.Camargo Cancer Center promoverá o curso sobre práticas integrativas e complementares em oncologia. O programa é destinado a profissionais de saúde com graduação ou pós-graduação em qualquer área do conhecimento, profissionais de saúde com nível técnico; pacientes oncológicos; familiares de pacientes oncológicos e demais interessados. 

Reconstrução mamária com expansor: entenda tudo

Linha Fina

Neste Outubro Rosa, saiba mais sobre esta possibilidade cirúrgica de tratamento e reabilitação para pacientes com câncer de mama 

A reconstrução mamária com expansor de mama é uma técnica muito empregada em mulheres que fazem a mastectomia, tanto logo depois da retirada da mama como de forma posterior. 

Normalmente, os resultados estéticos são satisfatórios e a recuperação costuma ser relativamente rápida.


Primeiramente, o que é o expansor?

O expansor é parecido com uma prótese de mama. Na verdade, é como se fosse um balão. É feito de silicone, como as próteses, mas o conteúdo, ao invés de ter silicone, vem vazio. 

Depois, o cirurgião vai fazendo o preenchimento desse interior com soro fisiológico – de maneira progressiva, vai preenchendo, em sessões, através de uma válvula que fica por baixo da pele. 

Essa válvula, geralmente, fica próxima à região da mama ou, às vezes, é incluída dentro do próprio expansor, e isso é feito ambulatorialmente – ocorre uma punção com uma agulha em um processo que costuma ser indolor. 

Em alguns casos, algumas pacientes podem sentir um leve desconforto na área no momento da expansão ou algumas horas depois. É um desconforto parecido como se elas tivessem feito um esforço físico um pouco mais intenso, mas que costuma ceder naturalmente ou, em alguns raros casos, com medicações analgésicas comuns.


Casos indicados para reconstrução mamária com expansor 

A escolha do uso dos expansores na reconstrução da mama vai depender de vários fatores. Entre eles:

  • O principal: a qualidade do retalho, que seria a pele e a musculatura remanescentes que vão ser utilizadas para fazer uma cobertura dessa prótese. Então, em alguns casos, quando a pele e a musculatura ou não possuem o volume adequado ou não estão fortes o suficiente, é preciso usar o expansor para fazer o estiramento gradual dessa pele e dessa musculatura. 
  • Nos casos em que a paciente tem um volume de mama maior e gostaria de mantê-lo: como grandes volumes exigem uma musculatura mais forte e um maior espaço, o expansor também estaria indicado. 
  • Quando as pacientes precisam retirar uma maior quantidade de pele durante a mastectomia: por conta disso, por essa falta de tecido que fica remanescente, é preciso usar o expansor.
  • A preferência de alguns cirurgiões: eles acabam analisando o quadro e optando pelo uso do expansor ao invés dos implantes de mama. 


Vantagem

A principal vantagem dos expansores é a possibilidade de se fazer um estiramento, uma mobilização dessa musculatura de uma maneira mais gradual, tanto da musculatura quanto da pele, aos poucos, diferentemente de quando se coloca o implante de uma vez só. 

É como se fosse uma musculação de dentro para fora: tem de fortalecer essa musculatura para propiciar o uso do implante depois, no volume necessário. 


Cuidados especiais

A princípio, o expansor não precisa de um cuidado específico. O importante é evitar qualquer trauma muito intenso na região, como uma batida muito forte, para não causar um rompimento do expansor, por exemplo.

De resto, a paciente pode levar uma vida normal com o expansor. Ela pode fazer atividade física, só deve prevenir esse trauma mais intenso na região. 

Se o expansor sofrer uma ruptura, não há motivo para muita preocupação porque o soro fisiológico é absorvido pelo organismo. A única desvantagem, se isso acontecer, é que perde-se ali todo o processo de expansão, de volume – a mama murcha.

Mas, tirando esse fator, não há motivos para grandes preocupações.


Fonte: Dra. Priscilla da Rocha Pinho Gaiato, cirurgiã plástica do A.C.Camargo + Dra. Fabiana Makdissi, líder do Centro de Referência em Tumores da Mama
 

Os diferentes tipos de mastectomia

Linha Fina

Existem desde as cirurgias mais simples, capazes de preservar músculo, pele e aréola, quanto as mais radicais, que podem remover além de toda a glândula mamária, músculo peitoral e também pele, aréola, mamilo e os linfonodos axilares

A mastectomia é uma das opções existentes para o tratamento do câncer de mama. Este procedimento é adotado quando a paciente não pode ser tratada com cirurgia conservadora, que remove apenas o setor mamário em que o tumor se encontra. 

É importante destacar que, todo e qualquer procedimento ou conduta de tratamento, após o diagnóstico, deve ser discutido com o médico que, além de esclarecer todas as dúvidas, conduzirá o tratamento mais eficiente para o tipo de câncer diagnosticado. 

Existem diversos tipos de mastectomia, desde as mais simples, capazes de preservar músculo, pele e aréola, quanto as mais radicais que podem remover além de toda a glândula mamária, músculo peitoral e também pele, aréola, mamilo e os linfonodos axilares.

Conheça a seguir.

Mastectomia radical à Halsted: pouco frequente nos dias de hoje, é utilizada para tratar tumores muito grandes com infiltração da musculatura e que não tiveram resposta ao tratamento com quimioterapia ou possuem alguma contraindicação a radioterapia. Neste tipo, são retirados toda glândula mamária, pele, aréola, mamilo, músculos peitorais maior e menor e linfonodos axilares em monobloco. 

Mastectomia radical modificada: são retirados toda a mama, pele, aréola, mamilo e os linfonodos axilares e preserva-se músculos peitoral maior e menor. 

Mastectomia simples: nessa opção, o cirurgião retira toda a mama, incluindo aréola, mamilo e pele. Em determinados casos, alguns linfonodos axilares podem ser removidos também. A alta, hospitalar, na maioria dos casos, ocorre um dia após a cirurgia.

Mastectomia poupadora da pele: ao contrário da opção anterior a maior parte da pele da mama pode ser preservada. No entanto, parte do tecido mamário, mamilo e aréola também são removidos. Nesse tipo de procedimento, para a reconstrução da mama, são utilizados implantes ou tecidos retirados de outras partes do corpo da paciente. No entanto, a cirurgia pode não ser recomendada em caso de tumores maiores ou que comprometem a pele. 

Mastectomia poupadora do mamilo: é um procedimento similar a mastectomia poupadora de pele e é considerada uma opção para pacientes com tumores localizados mais distantes da pele e do mamilo. O tecido mamário é removido, porém a pele da mama e o mamilo são preservados e o procedimento de reconstrução é realizada na sequência. É importante destacar que, nesse tipo de procedimento, pode haver alguns problemas como a deficiência no suprimento de sangue para o mamilo, fazendo com que ele fique “murcho” ou deformado. Além disso, a perda de sensibilidade total ou parcial pode ocorrer, uma vez que os nervos dessa parte do corpo são seccionados durante o procedimento cirúrgico.


Fonte: Dra. Fabiana Makdissi, líder do Centro de Referência em Tumores da Mama

Câncer de pulmão: em busca de melhores resultados pós-cirúrgico

Linha Fina

Projeto piloto de protocolo de recuperação precoce para pacientes cirúrgicos com tumores no pulmão busca reduzir risco de complicações e tempo de internação, por meio de uma recuperação rápida e eficiente

A equipe do Centro de Referência em Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo Cancer Center implantou um projeto piloto de protocolo de recuperação precoce para pacientes cirúrgicos com tumores no pulmão. 

O protocolo estabelece rotinas e padroniza os cuidados antes, durante e depois da cirurgia, com objetivo de acelerar o restabelecimento pós-operatório e para que os resultados sejam melhores. Assim, o paciente pode ter uma recuperação mais rápida e eficiente, reduzindo o tempo de internação, os riscos de complicações e de mortalidade. 

Para que o resultado da cirurgia seja o melhor possível, este protocolo conta com uma abordagem multidisciplinar, com profissionais da enfermagem, fisioterapia, nutrição, psicologia, anestesia, pneumologia, entre outros.

Como funciona

A principal mudança é a abordagem multidisciplinar que começa antes mesmo da cirurgia. Para receber orientações pré-operatórias, todos os pacientes passam necessariamente por uma avaliação da nutrição e de enfermagem; se houver necessidade, passam também em consulta com fisioterapeuta e psicólogo.

No pós-operatório, a equipe trabalha para que o paciente tenha uma mobilização precoce, ou seja, que ele possa levantar da cama mais rápido, com retirada de sonda e acessos venosos para que tenha condição melhor de se recuperar. Também atua com um controle mais rigoroso de dor no pós-operatório, a fim de evitar desconforto para o paciente. 

Apoio da navegação

A taxa de complicação em pacientes que passaram por cirurgia no pulmão é alta, em torno de 30%. Por isso, o paciente passa por diversas avaliações profissionais e exames pré-operatórios.

Nesse contexto, a equipe de navegação é essencial para auxiliar o paciente, coordenando as avaliações e exames necessários e funcionando como uma ponte entre todas as especialidades. Para conhecer melhor o trabalho da equipe de navegação, clique aqui.

Câncer de pulmão no Brasil e no mundo 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se 17.760 novos casos de câncer de pulmão em homens e 12.440 em mulheres em 2022. Esses valores correspondem a um risco estimado de 16,99 casos novos a cada 100 mil homens e 11,56 para cada 100 mil mulheres. 

No mundo, o câncer de pulmão configura-se entre os principais em incidência, ocupando a primeira posição entre os homens e terceira posição entre as mulheres. 

Clique aqui para saber mais sobre o câncer de pulmão. 

 

Fonte: Dr. Jefferson Gross, líder do Centro de Referência de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo Cancer Center
INCA 
 

Cirurgia endoscópica na base do crânio para tumores nasossinusais

Linha Fina

Neste infográfico, veja como a técnica cirúrgica funciona para cânceres que atingem a região do nariz 

A cirurgia endoscópica para tumores nasossinusais, aqueles que afetam a cavidade nasal e os seios paranasais, proporciona inúmeros benefícios curativos e estéticos para os pacientes.

Devido ao fato de os cânceres nasossinusais serem raros, apenas os grandes centros e cirurgiões podem realizar esta técnica – uma das maiores experiências nacionais é a do A.C.Camargo.

Até o início dos anos 2000, todas as cirurgias de câncer nasal eram realizadas com incisões faciais, seja externamente ou pelo interior da cavidade oral. Até que a operação endoscópica passou a ser adotada – são realizadas cerca de 25 cirurgias desse tipo por ano no A.C.Camargo.

Segundo o Doutor Ronaldo Nunes Toledo, cirurgião do Centro de Referência em Tumores de Cabeça e Pescoço do A.C.Camargo, esse processo de ressecção endoscópica de tumores malignos nasossinusais exige uma curva de aprendizado que leva anos. 

É necessário começar com ressecções menores, somente na cavidade nasal, e depois aprender a fechar a fístula liquórica e a transição crânio-nasal, ressecar o tumor de maneira oncológica, manusear vasos, nervos e assim por diante.

E é por isso que existem poucas pessoas que fazem essas cirurgias, porque o processo é muito longo e também há necessidade de realizar cirurgias com frequência para manter a prática. 

A seguir, entenda as vantagens da cirurgia endoscópica para tumores nasossinusais:
 

infográfico cirurgia endoscópica