Câncer Infantil | A.C.Camargo Cancer Center

Câncer Infantil

A.C.Camargo e Sabará: a parceria no tumor board na busca pelo melhor tratamento oncológico infantil possível

Linha Fina

Reuniões multidisciplinares de profissionais da saúde discutem a conduta terapêutica mais efetiva para casos complexos de câncer

Tumor board: rapidez na condução do tratamento, clareza na decisão a ser tomada pela equipe médica e segurança. Esses são alguns dos benefícios ao paciente dessas reuniões que contam com a participação de diversos profissionais de saúde: médicos cirurgiões, oncologistas, radioterapeuta, radiologistas, pesquisadores, pediatras e demais especialidades para debater a conduta terapêutica mais efetiva para casos complexos de câncer.

Com a parceria entre A.C.Camargo e Sabará, firmada em maio de 2021, os tumor boards do Centro de Referência (CR) em Tumores Pediátricos serão feitos em parceria com o Hospital Infantil Sabará, localizado em São Paulo/SP.

A expectativa é que a cooperação entre os dois hospitais rendam caminhos cada vez mais assertivos no combate ao câncer.

Câncer infantil

“Os casos de câncer pediátrico costumam ser complexos e necessitam de uma equipe multiprofissional que esteja bem alinhada para fazer o melhor tratamento possível. Só com muita pesquisa, discussão e estudo podemos atingir as altas taxas de cura que hoje são possíveis no tratamento de crianças e adolescentes com câncer”, diz a Dra. Cecília Maria, líder do CR de Tumores Pediátricos do A.C.Camargo.

A parceria das duas instituições altamente especializadas garante o melhor diagnóstico para cada caso. “O A.C.Camargo é focado em câncer e o Sabará é um hospital especializado no tratamento da criança. A união dessas duas expertises, dois hospitais de ponta, faz com que as discussões fiquem mais enriquecedoras”, explica.

Dra. Cecília comenta sobre a primeira discussão de um caso clínico que entrou pelo Sabará e que pode ser discutido em tumor board. “Foi extremamente valiosa a interação entre as duas instituições. Trouxemos elementos fundamentais para discussão para poder fazer o melhor pelo paciente”.

Atualmente, dois casos do CR de Tumores Pediátricos são debatidos em tumor board. A expectativa é que esse número aumente ao longo do tempo. 

Quem tem câncer, tem pressa. Lembre-se de observar os sinais e sintomas do câncer e mantenha as suas rotinas de diagnóstico e tratamento. Para agendar uma consulta conosco aqui.
 

Dia Internacional do Câncer Infantil: pais devem estar atentos aos sinais e sintomas da doença

Linha Fina

Data é lembrada pela conscientização sobre o surgimento de tumores em pacientes pediátricos e consequente diagnóstico precoce

Dia 15 de fevereiro é Dia Internacional do Câncer Infantil. A data foi instituída pela Childhood Cancer International (CCI) e reforça a importância de pais e responsáveis estarem atentos aos sinais e sintomas do câncer em crianças.

O câncer em crianças e adolescentes costuma ter um comportamento diferente daqueles vistos em adultos. O tumor tende a crescer mais rapidamente, entretanto, responde melhor à quimioterapia, com chances de cura que podem chegar em 80%.

Os tipos de tumores mais frequentes em crianças são leucemias, tumores do sistema nervoso central (SNC), linfomas e tumores sólidos como o neuroblastoma, sarcomas e o tumor de Wilms.


Câncer infantil: atenção aos sintomas

Em crianças, na maior parte dos casos, o câncer não está ligado à exposição a fatores que podem desencadear em doenças oncológicas, como tabagismo, álcool e até mesmo envelhecimento, por exemplo.

Ou seja, a doença não tem relação com fatores ambientais e de estilo de vida, como ocorre no câncer em adultos. Por isso, é importante estar atento(a) aos sinais e sintomas em seu pequeno e não hesite em consultar seu médico pediatra de confiança.

Conheça alguns sinais e sintomas para câncer infantil:

  • Perda de peso contínua e inexplicável
  • Dores de cabeça com vômito especialmente de manhã
  • Inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações
  • Protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local
  • Desenvolvimento de uma mancha esbranquiçada em um ou ambos os olhos
  • Febres recorrentes
  • Hematomas excessivos ou sangramento, geralmente repentinos
  • Palidez perceptível ou cansaço prolongado


Você sabia?

O A.C.Camargo Cancer Center criou o primeiro serviço de Oncologia Pediátrica do Brasil, em 1964. Somos a única Instituição de saúde do país a operar jovens pacientes com cirurgia robótica, um procedimento menos invasivo e com melhor recuperação para os pequenos. Temos uma UTI pediátrica com ampla experiência no controle e tratamento das intercorrências do câncer e seu tratamento. 

Além disso, as crianças internadas no A.C.Camargo não perdem o ano letivo. A Escola Especializada Schwester Heine (EESH) foi a primeira escola em instituição hospitalar privada do Brasil, e professores desenvolvem um projeto pedagógico especialmente desenvolvido para os alunos durante o tratamento oncológico.

Após o término do tratamento, os pacientes são monitorados no GEPETTO, grupo com abordagem multidisciplinar que atua para identificação e tratamento precoce de efeitos tardios relacionados ao tratamento.

Infográfico com informações sobre câncer infantil

 

Clique aqui para saber mais sobre sinais e sintomas.

Daniel Arcoverde de Sousa

Sobre

Ensino superior em Medicina, concluído em 2010, na Universidade Federal de Campina Grande

Especialização em Pediatria, concluído em 2014, na Universidade de São Paulo

Especialização em Terapia Intensiva Pediátrica, em andamento

Registro
CRM 153805
Especialidade
Medicina Intensiva Pediátrica
Departamento
UTI Pediátrica
Centro de Referência
Tumores Pediátricos
Daniel Arcoverde de Sousa

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Cecilia Maria Lima da Costa

Sobre

Formou-se em Medicina na Universidade Federal do Pará em 1993 e cumpriu Residência Médica no Hospital Infantil Darcy Vargas. Concluiu especialização em Oncologia Pediátrica no A.C.Camargo Cancer Center e obteve mestrado e doutorado em Oncologia na mesma instituição, respectivamente em 2002 e 2008.

Registro
CRM 77799
Especialidade
Oncologia Pediátrica
Departamento
Pediatria
Centro de Referência
Tumores Pediátricos
Cecilia Maria Lima da Costa

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Maria Lucia de Pinho Apezzato

Sobre

Head de Cirurgia Pediátrica

Graduou-se médica em 1994 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e concluiu a residência em Cirurgia Pediátrica em 2000 pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP. Desde 2000, faz parte do grupo de Cirurgia Pediátrica e Transplante Hepático Pediátrico do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP e do grupo de Cirurgia Pediátrica do Hospital A.C.Camargo. Em 2010, obteve o título de Doutora em Ciências pela FMUSP. No A.C.Camargo é oferecido um serviço de excelência em Cirurgia Pediátrica que conta com a sua direção, onde são realizados procedimentos cirúrgicos em crianças com neuroblastoma, tumor de Wilms, hepatoblastoma, dentre outros.

Registro
CRM 82355
Especialidade
Cirurgia Pediátrica
Departamento
Cirurgia Pediátrica
Centro de Referência
Tumores Pediátricos
Maria Lucia de Pinho Apezzato

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Câncer infantil

No dia 15 de fevereiro, é comemorado o Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA) são registrados 12 mil novos casos de câncer infantil ao ano. Os tipos mais comuns são as leucemias, tumores do sistema nervoso central, linfomas e tumores sólidos como o neuroblastoma, sarcomas e o tumor de Wilms. 

O câncer infantil possui características próprias e bem diferentes em relação ao câncer em adultos. As células que sofrem a mutação no material genético não conseguem amadurecer como deveriam e permanecem com as características semelhantes da célula embrionária, multiplicando-se de forma rápida e desordenada. Por isso, a proliferação do tumor é mais rápida em crianças. Por outro lado, responde melhor à quimioterapia, com chances de cura de 80%, de acordo com o INCA. 

Por que o câncer infantil é diferente?

Na luta contra a doença, o A.C.Camargo Cancer Center criou, em 1964, o primeiro serviço de Oncologia Pediátrica do País, além de ser a única instituição do país a operar jovens pacientes com a cirurgia robótica - um procedimento menos invasivo, com melhor recuperação às crianças. Os primeiros casos envolveram remoção de tumores nos rins, com o mesmo sucesso que se consegue em adultos, com destaque para menor tempo de internação e menos efeitos colaterais para os pequenos pacientes.

Se por um lado o câncer em adultos está ligado ao envelhecimento, tabagismo, álcool, entre outros riscos de exposição, o câncer na infância não tem relação com fatores ambientais e de estilo de vida. Por esse motivo, é muito importante o diagnóstico precoce para o sucesso do tratamento. Fique atento a alguns sinais e sintomas, como:

  • Perda de peso contínua e inexplicável
  • Dores de cabeça com vômito de manhã
  • Aumento do inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações
  • Protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local
  • Desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão
  • Febres recorrentes não causadas por infecções
  • Hematomas excessivos ou sangramento, geralmente repentinos
  • Palidez perceptível ou cansaço prolongado

Conheça os tipos mais comuns de câncer pediátrico:

Confira os sintomas

Wilms

Este é um tipo raro de câncer de rim que atinge crianças, geralmente na faixa dos 2 aos 5 anos de idade. É raro, mas é o câncer renal infantil mais comum. Se diagnosticado em estágio inicial, o tumor de Wilms tem 95% de chances de cura. 

Os problemas que causam o tumor de Wilms começam ainda no feto, enquanto as células que vão formar os rins amadurecem e se especializam para formar os diferentes tecidos que compõem esse órgão. Quando o bebê nasce, algumas dessas células continuam a se desenvolver e amadurecer ao longo de três ou quatro anos. Nas crianças que sofrem de Wilms, porém, essas células não amadurecem e continuam a se reproduzir de forma acelerada, causando o tumor.

Na maioria das vezes, a criança apresenta um tumor em um rim e são bem raros os casos em que tenha mais de um tumor num só rim ou tumores em ambos os rins. No entanto, como esses tumores crescem depressa e não apresentam sintomas nos estágios iniciais, eles costumam ser grandes quando são diagnosticados e às vezes se espalham para outros órgãos, especialmente para os pulmões.

Dependendo de como aparecem ao microscópio, os tumores de Wilms são classificados em tumores de histologia favorável, em que as células são levemente anormais e têm boas chances de sucesso no tratamento, e tumores de histologia desfavorável (ou anaplásticos). Nestes últimos, os núcleos das células, que é onde fica o DNA, aparecem aumentados e distorcidos e as chances de sucesso no tratamento são menores.

Como os tumores de Wilms geralmente crescem bastante antes de serem descobertos, o principal sintoma costuma ser o inchaço ou o aumento do abdome e, algumas vezes, a massa tumoral pode ser notada.

Outros sintomas que são mais raros:

  • Sangue na urina
  • Pressão alta
  • Dor de estômago
  • Febre recorrente
  • Perda de apetite
  • Náusea
  • Prisão de ventre
  • Dificuldade para respirar

FATORES DE RISCO

Vale lembrar que fatores de risco aumentam o risco de desenvolver câncer, mas isso não quer dizer que a criança vai ter tumor de Wilms. Os especialistas ainda não sabem ao certo o que causa esse tumor, mas alguns fatores aumentam esse risco:

  • Idade: são mais comuns entre os 3 e os 5 anos de idade.
  • Sexo: são mais comuns em meninas.
  • Doenças congênitas raras: as síndromes WAGR, de Beckwith-Wiedemann, de Denys-Drash e a trissomia do cromossomo 18 aumentam o risco de tumor de Wilms.
  • Genética: o tumor de Wilms é um dos vários tipos de câncer que podem atingir os portadores da síndrome de Li-Fraumeni.

Além de exames de sangue e de urina, o diagnóstico de tumor de Wilms pode envolver uma série de exames por imagem, entre eles raios X, ultrassom, tomografia, ressonância magnética e tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT). Na maioria das vezes, não há necessidade de biopsia para o diagnóstico de tumor de Wilms.

ESTADIAMENTO

O estadiamento é uma forma de classificar a extensão do tumor e se, ou quanto, ele afetou os gânglios linfáticos ou outros órgãos. No caso do tumor de Wilms, é usado o Sistema de Estadiamento do Grupo de Oncologia Infantil (COG), que usa algarismos romanos e vai de I a V, sendo este último o estágio mais avançado.

Pacientes que apresentam histologia favorável e com tumor confinado ao rim, em que nenhum outro órgão ou gânglios são comprometidos pelo tumor, têm mais chances de cura.

Acompanhamento: todos os pacientes portadores de tumor de Wilms devem ser acompanhados durante e após o tratamento por nefrologista (especialista na função renal).

A cirurgia é essencial para o tratamento do tumor de Wilms; na maioria das vezes, há necessidade de retirada do rim afetado, em um procedimento chamado nefrectomia. Durante o procedimento, os gânglios linfáticos próximos também são examinados e alguns devem ser removidos. Nos raros casos em que ocorre doença nos dois rins, é possível realizar a retirada parcial do rim, preservando a parte do rim que não contém tumor, e com isso preservar a função renal da criança.

Todos os pacientes com tumor de Wilms também são tratados com quimioterapia, cuja intensidade vai depender da extensão da doença. Dessa forma, pacientes que têm tumor pequeno e localizado recebem menor intensidade de quimioterapia, enquanto os que têm doença disseminada precisam receber tratamento quimioterápico mais intenso.
A radioterapia é uma modalidade de tratamento indicada em alguns casos de pacientes que tem doença avançada.

Sistema Nervoso Central

Os sintomas, o tratamento e o prognóstico dos tumores do Sistema Nervoso Central (SNC) vão depender do tipo de tumor, de sua localização precisa, do tipo de células a partir das quais ele se desenvolve e da idade do paciente. Por isso, é importante entender como funciona o sistema nervoso central e os tipos de células que o formam. Tumores do SNC, tanto em adultos quanto em crianças, geralmente surgem em diferentes áreas e a partir de diferentes tipos de células e têm tratamentos e prognósticos diferentes. Aqui, vamos falar apenas dos tumores de adultos. 

Tumores da medula espinhal podem envolver a região do pescoço, das costas ou da lombar e podem ter origem nas células nervosas da coluna, nos tecidos moles ou nos músculos que sustentam a espinha ou nos ossos que a compõem. Tumores da medula espinhal podem ser perigosos mesmo quando são benignos, porque pressionam regiões importantes da coluna. Ossos, músculos e ligamentos da coluna dão suporte estrutural para o corpo e protegem os nervos que controlam várias funções, como as sensações e os movimentos. As vértebras são os ossos da coluna, empilhados desde a base do cérebro. Em torno delas e entre elas há nervos, ligamentos, músculos e cartilagens. Cinco vértebras estão fundidas na lombar e são chamadas de sacro e as últimas três formam o cóccix. A parte interna da espinha é chamada de medula espinhal e contém nervos, vasos sanguíneos e células de glia, que sustentam os nervos. As meninges, que são compostas por três camadas de tecidos, protegem a parte externa da coluna. Essas camadas são a pia-máter, a camada mais interna, a aracnoide, que é a do meio, e a dura-máter, a mais externa.

Tumores da coluna são classificados de acordo com os tipos de células em que têm origem e se desenvolvem e são tratados de formas diferentes. Os intramedulares são os que se iniciam dentro da medula e incluem os astrocitomas, os ependimomas e os hemangioblastomas. Os intradurais extramedulares começam na dura-máter, mas fora da espinha, e incluem os meningiomas, neurofibromas e schwannomas. Os tumores extradurais geralmente envolvem ossos e cartilagem e podem ser benignos ou malignos, como osteossarcoma, cordoma, condrossarcoma e sarcoma de Ewing.

Além desses, entre os tumores do sistema nervoso central estão os craniofaringiomas, que se desenvolvem na base do encéfalo, junto à glândula pituitária, o neuroma acústico, ou schwannoma, que surge no nervo auditivo e provoca a perda de audição em um ouvido.

Os sintomas de tumores do Sistema Nervoso Central variam de pessoa para pessoa e de acordo com o tipo e a localização do tumor.
Se um tumor da espinha pressiona a coluna ou as raízes de seus nervos, ele pode causar:

  • Dor nas costas, que piora com o tempo, não está associada a nenhuma atividade física e piora quando você se deita
  • Fraqueza muscular ou dormência nos braços e nas pernas que piora com o tempo.
  • Perda generalizada de sensações, dormência e formigamento
  • Perda de sensibilidade em certas áreas do corpo
  • Perda do controle da bexiga e intestinos
  • Paralisia em graus variados
  • Deformidades na espinha
  • Perda de audição e equilíbriozumbido no ouvido, dor de cabeça, náuseas e vômitos (neuroma acústico)
  • Dor ou dificuldade para ficar em pé
  • Disfunção erétil

FATORES DE RISCO

Não se conhecem ainda quais são os fatores de risco para os tumores do sistema nervoso central, mas algumas síndromes familiais de câncer aumentam esse risco:

  • Neurofibromatose tipo 2
  • Doença de Von Hippel-Lindau

Algumas doenças hereditárias também aumentam o risco desse tipo de câncer:

  • Síndrome de Gorlin
  • Síndrome de Turcot
  • Síndrome de Cowden

O exame mais indicado para o diagnóstico de tumores cerebrais e medulares é a ressonância magnética, que permite observar todas as partes da coluna. Isso vale também para os neuromas acústicos. A biópsia costuma ser necessária para determinar qual o tipo de tumor, mas isso quase sempre envolve cirurgia, embora em alguns casos a biópsia por aspiração por agulha fina (BAAF) possa ser utilizada.

ESTADIAMENTO

Não há estadiamento para os tumores da medula espinhal.

Alguns tumores da medula espinhal podem ser removidos cirurgicamente. Quando não é possível retirar completamente o tumor, a radioterapia pode ser usada posteriormente para aliviar a pressão do tumor sobre a espinha. A radiocirurgia estereotáxica é outra forma de tratamento, que concentra a irradiação precisamente sobre o tumor, com menos impacto sobre os tecidos saudáveis.

No caso dos neuromas acústicos, uma das opções, dependendo do caso, é acompanhar sua evolução e só intervir em caso de progressão da doença. A cirurgia é outra possibilidade e seu objetivo é remover o máximo possível do tumor sem danificar nervos importantes, particularmente os que controlam os movimentos dos músculos da face. A radioterapia também pode ser utilizada nesses casos.