Prevenção

Câncer de garganta: 5 dicas para você se prevenir

Linha Fina

Assista ao vídeo e saiba como se proteger neste Julho Verde, mês de conscientização mundial sobre os tumores de cabeça e pescoço

O câncer de garganta desenvolve-se na parte da garganta que fica logo atrás da boca, conhecida como orofaringe. Ela inclui a base da língua (a parte posterior da língua), o palato mole, as amígdalas, os pilares e as paredes laterais e posterior da garganta.

A boa notícia é que, ao evitar alguns comportamentos, você pode se prevenir de um câncer de garganta, como se vê no vídeo abaixo.

Lembrando que Julho Verde é o mês de conscientização mundial sobre os tumores de cabeça e pescoço, mais um motivo para você se proteger.

Assista:

Julho Verde: tudo sobre os tipos de câncer de cabeça e pescoço

Linha Fina

Tireoide, boca, garganta... Veja uma seleção de conteúdos com as táticas de prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação para esses tumores

Julho Verde é o mês de conscientização mundial sobre os tumores de cabeça e pescoço, que representam o nono tipo de câncer mais comum no mundo, de acordo com os dados do IARC (sigla para Agência Internacional de Pesquisa em Câncer), uma agência da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Tumores de cabeça e pescoço são aqueles que atingem tireoide, boca, garganta, laringe, faringe, paratireoide, traqueia e região sinonasal.

A boa notícia é que, quando um câncer é detectado no início, são grandes as chances de sucesso no tratamento – sendo assim, cuide-se bem.

Para afastar o risco, inclua alimentos mais saudáveis nas refeições, faça atividade física, não fume, não beba, previna-se contra a obesidade e não deixe de realizar os exames médicos. 

Mesmo em tempos de pandemia, temos um Atendimento Oncológico Protegido, implementado para que os pacientes possam seguir seus tratamentos com segurança, além de fazer suas consultas e exames para investigar eventuais sinais e sintomas.

No A.C.Camargo Cancer Center, eles são tratados por uma equipe multidisciplinar no Centro de Referência em Tumores de Cabeça e Pescoço, que entende a necessidade individualizada de cada paciente e o coloca no centro do cuidado.

Para que você saiba mais sobre o universo dos tumores de cabeça e pescoço e proteger sua saúde, apresentamos a seguir dezenas de publicações.

Elas foram divididas pelas temáticas de prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação, os pilares que definem a jornada do nosso paciente na Instituição.

Tem vídeos, podcasts, textos... Confira:

Podcast - Câncer de cabeça e pescoço: comportamentos a se evitar
Não vacinar, fumar, comer mal e até mesmo algumas profissões são vilões

A bebida alcoólica eleva o risco de um câncer de boca?
Descubra como é a relação entre o álcool e as neoplasias 

A vacina contra HPV para evitar o câncer de cabeça e pescoço
Vírus é responsável por 75% dos casos de câncer de amígdala e 32% dos de boca

9 mitos e verdades sobre o câncer de cabeça e pescoço
Enxaguantes bucais têm relação? Estas e outras questões

Conheça os sinais e sintomas dos tumores na garganta
Nódulo no pescoço, dificuldade para engolir e perda de peso inexplicável podem ser indícios 

Tireoide: cistos e nódulos podem virar um câncer?
A importância de manter os exames em dia para prevenir tumores

9 fatores que podem contribuir para o câncer de boca
Conheça também os sinais e os sintomas que podem indicar um tumor

Podcast - Câncer de cabeça e pescoço: prevenção e diagnóstico precoce
Aprenda a se defender e a detectar um eventual tumor

Alimentação saudável contribui para evitar o câncer
Antioxidantes e fibras ajudam a prevenir tumores

Podcast - O câncer de tireoide
Ouça esta conversa e saiba tudo sobre sinais, sintomas e fatores de risco

Prevenção e fatores de risco para câncer de cabeça e pescoço
Sinais, sintomas e outros pontos para você observar

Vegetais e frutas na diminuição do risco de tumores de cabeça e pescoço
Estudo com brasileiros confirma benefícios do consumo 

Câncer de cabeça e pescoço: profissões e fatores de risco
Pesquisa internacional analisou 8839 casos

Vídeo: o papel do estomatologista em tumores de cabeça e pescoço
Este odontologista é vital para o diagnóstico das doenças da boca 

Vídeo: prevenção e diagnóstico precoce
Veja e defenda-se dos tumores de cabeça e pescoço

Pesquisa aponta aumento da incidência de câncer de orofaringe associado a HPV
Estudo feito em SP analisou mais de 15 mil casos de câncer de boca e orofaringe 

Covid-19: não pare seu tratamento
Pesquisa mostra o impacto da demora em se buscar tratamento oncológico durante a pandemia 

Vídeo: a cirurgia robótica no câncer de cabeça e pescoço
Ela representa progressos e benefícios para os pacientes

Podcast - Câncer de cabeça e pescoço: tratamentos inovadores
Ouça e conheça as principais evoluções nas técnicas terapêuticas

Vigilância Ativa em câncer de tireoide: o tratamento acompanhado de perto
Monitoramento pode proporcionar uma terapia mais benéfica e evitar a retirada da glândula

Centro de Referência em Tumores de Cabeça e Pescoço
Entenda como a equipe multidisciplinar coloca o paciente no centro do cuidado 

Vídeo: evoluções no câncer de cabeça e pescoço
Assista e conheça os avanços no tratamento 

Podcast - Atendimento Oncológico Protegido
Saiba como o A.C.C. está preparado para cuidar de seus pacientes com segurança e excelência em tempos de Covid-19

Tratamento oncológico e libido: entenda a relação
Fatores orgânicos ou emocionais podem desencadear problemas

Câncer de cabeça e pescoço e Covid-19
Artigo científico traz recomendações para cirurgias oncológicas

Genômica, a ciência que faz diferença
Assista ao vídeo e entenda melhor como ela contribui para o combate ao câncer

O que o paciente com câncer deve saber sobre interações medicamentosas?
Chás e alguns medicamentos podem interferir na ação dos quimioterápicos 

Laringe: caminhos para a cura e a preservação das funções
Pesquisa estabelece biomarcadores para o melhor tratamento

Cientistas focam em evitar desnecessárias cirurgias de tireoide
pesquisas visam elucidar maior conhecimento da biologia do tumor 

As células tumorais circulantes
Pesquisa evidencia relação entre elas e a resposta ao tratamento em cabeça e pescoço

Espectrometria de massas
Pesquisa inovadora mostra que este recurso pode evitar cirurgias de tireoide

A eficácia do tratamento do câncer de cabeça e pescoço
Estudo avalia biomarcadores que podem afetar ação do cetuximab

Osteorradionecrose: entenda esse efeito colateral
Estudo inédito faz alerta aos profissionais que tratam pacientes

Laringectomizados totais: os cuidados em tempos de covid-19
Saiba como esses pacientes devem se proteger

Fonoaudiólogo: uma nova voz para quem perdeu a fala
Veja o vídeo “Dias Melhores” com o Coral Sua Voz, formado por pacientes laringectomizados

Podcast - A reabilitação de um câncer de cabeça e pescoço
Conheça as possibilidades terapêuticas da fonoaudiologia e da estomatologia

Exercício e câncer: preparação pré-cirúrgica traz vantagens aos pacientes
Descubra os inúmeros benefícios que a atividade física proporciona durante e após a cirurgia

Podcast Rádio Cancer Center - Como manter a mente calma em tempos de Covid-19
Uma conversa que ensina táticas para se reinventar e passar bem por esta atípica fase 

Vídeo: combata a disgeusia com esta salada caprese com pesto
Assista e aprenda uma receita feita para quem tem diminuição ou alteração no paladar

Disfagia: problemas na deglutição devem ser tratados
Além de comprometer o bem-estar do paciente, alteração pode levar à pneumonia 

Fonoaudiologia em vídeo: como funciona a residência
entenda como essa especialidade é fundamental na reabilitação 

Fisiatra, o médico que promove mobilidade e qualidade de vida
Conheça esse profissional de essencial importância para o “ir e vir”, inclusive para o paciente oncológico 

Exercícios durante ou após a quimioterapia em pacientes com câncer
Estudo holandês apresentado na ASCO analisou o impacto da atividade física

Testes genéticos: a popularização e o futuro na saúde

Linha Fina

Assista ao debate em vídeo e saiba como é possível se antecipar a um eventual câncer

Testes genéticos: a popularização e o futuro na saúde. 

Esta aí, na oncogenética, uma forma de se antecipar a um eventual tumor que ainda há de se tornar mais comum.

Assista ao debate em vídeo e saiba mais:

A varíola do macaco e o câncer

Linha Fina

Entenda o impacto do vírus monkeypox na vida do paciente oncológico

A varíola do macaco e o câncer: como esta doença poderia ter impacto na vida do paciente oncológico?

É uma questão que vem à cabeça graças a um caso confirmado – um homem de 41 anos, residente em São Paulo, que viajou para Portugal e Espanha e se encontra internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.


A varíola do macaco e o câncer: o que você precisa saber

O câncer em si – bem como algumas modalidades de tratamento oncológico – altera a imunidade da pessoa. Assim, ela fica mais propensa a complicações por doenças infecciosas, como é o caso da varíola do macaco. 

As complicações dessa doença incluem superinfecção bacteriana das lesões da pele, pneumonia, sepse e encefalite.

Entre os grupos que têm mais vulnerabilidade em termos de imunidade baixa e apresentam um maior risco de complicações por doenças infecciosas, destacam-se:

•    Cânceres hematológicos
•    Tumores sólidos avançados 
•    Pacientes em esquemas mais intensos de quimioterapia

Os mesmos cuidados para evitar contrair a covid-19, como distanciamento social e uso de máscaras, auxiliam na prevenção.


Varíola do macaco: sinais e sintomas

Geralmente, o monkeypox virus se inicia com sinais não muito específicos, que lembram uma virose comum: febre, dores de cabeça e garganta e gânglios aumentados em até 15 dias após a pessoa contrair a varíola do macaco. 

Apenas com o aparecimento de lesões na pele, que são bolhas que formam feridas depois de se romperem, é que pode haver suspeita de diagnóstico de varíola do macaco.


Fonte: Doutora Anna Paula Romero de Oliveira, infectologista do A.C.Camargo

Período de sazonalidade de doenças respiratórias pede atenção a sinais e sintomas do câncer de pulmão

Todos os anos, com a chegada do outono e do inverno, aumentam os números de casos de doenças respiratórias, como gripes, resfriados, bronquiolites, entre outras.

Muitas vezes, não é necessário buscar atendimento médico, pois um antigripal pode ajudar a minimizar os sintomas. Mas, como saber se uma tosse, por exemplo, deixa de ser um sintoma corriqueiro para ser um sinal de alerta?

Alguns dos sintomas do câncer de pulmão são semelhantes aos de doenças respiratórias e variam de pessoa para pessoa. Mas, ao notar algum dos sintomas abaixo, procure um médico para que este profissional avalie a necessidade de exames complementares. 

Sinais e sintomas do câncer de pulmão

•    Tosse que não passa ou piora com o tempo
•    Dor no peito que não passa e piora quando a pessoa respira fundo, tosse ou dá risada
•    Dor no braço ou no ombro
•    Tossir sangue ou catarro com cor de ferrugem
•    Falta de ar, chiado no peito ou rouquidão
•    Crises repetidas de bronquite ou pneumonia
•    Inchaço do rosto ou pescoço
•    Perda de apetite ou de peso inexplicáveis
•    Fraqueza ou cansaço

No mundo, o câncer de pulmão está entre os principais em incidência, ocupando a primeira posição entre os homens e a terceira posição entre as mulheres. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), só no Brasil, estima-se 17.760 casos novos em homens e 12.440 em mulheres para cada ano do triênio 2020-2022.

Você sabia?

É possível fazer “endoscopia dos pulmões” para diagnosticar e fazer biópsia de um possível tumor. Na broncoscopia e na ecobroncoscopia (EBUS), o médico especialista utiliza um aparelho semelhante ao equipamento utilizado em uma endoscopia digestiva, que é um tubo bem fino com uma câmera na ponta. Assim, é possível fazer diversos tipos de procedimentos de forma minimamente invasiva.

Fonte: Dra. Juliana Brandão Folador Morellato, cirurgiã do Centro de Referência de Tumores de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo Cancer Center

O papel do(a) endocrinologista na prevenção e no diagnóstico precoce de um câncer

Linha Fina

Especialista pode observar sinais importantes que ajudam a detectar um eventual tumor brevemente, algo essencial para o sucesso de um tratamento oncológico  

O endocrinologista é um especialista que maneja cuidados importantes para o paciente oncológico, que vão além dos tumores de origem endócrina.

Ele atua desde a prevenção até o manejo de eventuais efeitos adversos, que sejam consequência do câncer em si ou do tratamento. 

É vital que tanto a população em geral como os endocrinologistas tenham muita atenção em relação à prevenção e ao diagnóstico precoce de um eventual câncer. 

Dito isso, confira a seguir os fatores de risco, sinais e sintomas que merecem uma investigação mais cuidadosa, como aquela que é feita em uma Instituição oncológica de excelência como o A.C.Camargo. 


Prevenção 

Para manter o bom andamento do tratamento sob o aspecto metabólico, é indispensável que o endocrinologista esteja sempre atualizado com as mais novas terapias e monitore questões como:

•    Peso
•    Perda de massa magra 
•    Diabetes 
•    Colesterol 
•    Alterações hormonais 
•    Prevenção de perda óssea


Sinais e sintomas que pedem atenção do endocrinologista

O endocrinologista deve suspeitar de indícios que se apresentem de forma muito mais intensa do que ele esperaria diante de suas ações frente aos pacientes – tudo aquilo que foge um pouco do comum. 

Exemplos de sinais e sintomas que poderiam sinalizar um eventual câncer:

•    Perda ou ganho de peso de forma mais acentuada do que o esperado 
•    Um paciente que, por exemplo, começa a ter uma hiperglicemia ou uma piora importante do diabetes que estava sob controle
•    Hipoglicemia
•    Nódulos no pescoço 
•    Estrias largas e violáceas 
•    Hipertensão 
•    Hirsutismo (aumento da quantidade de pelos no corpo da mulher em locais comuns ao homem)
•    Alteração visual
•    Acne 

Ou seja, em vez de achar que o paciente é um bom respondedor, o endocrinologista tem de ficar “com a pulga atrás orelha” quando esses sintomas mencionados aparecem ou aumentam de forma não usual.


Fatores de risco que poderiam levar a um câncer

O endocrinologista está apto a monitorar alguns dos principais fatores de risco associados ao câncer:

•    Alimentação desregrada – repleta de alimentos ultraprocessados, açucarados e afins – e sedentarismo, ambos maus hábitos que ficam ainda mais perigosos quando associados à obesidade e ao diabetes 
•    Tabagismo 
•    Abuso do álcool 
•    Pessoas que já fizeram radioterapia 
•    Histórico familiar de câncer 


Fontes: Doutora Joilma Rodrigues de Lima e Doutor Danilo de Souza Aranha Vieira, endocrinologistas do A.C.Camargo

Quinta dose da vacina contra a Covid-19

Linha Fina

Saiba quem pode tomar a vacina e a relação com o tratamento oncológico

A cidade de São Paulo disponibilizou a quinta dose (ou terceira dose de reforço) para um público restrito da capital paulista.

No momento, somente idosos acima de 60 anos, imunodeprimidos e que receberam a quarta dose há mais de quatro meses são elegíveis para tomar a quinta dose.

A vacinação e o paciente oncológico

Para o paciente em tratamento de um câncer, a vacina é fundamental, uma vez que, nesta população, o quadro de Covid-19 pode apresentar sintomas mais graves.

Mesmo em casos pouco sintomáticos, o tratamento oncológico, na maioria dos casos, é interrompido por 21 dias. Por isso, é importante tomar todas as doses disponíveis conforme recomendação da Secretaria Municipal de Saúde.

Quarta dose da vacina

A quarta dose da vacina está disponível para um público maior:

• Indivíduos a partir de 50 anos de idade que tomaram a terceira dose há pelo menos quatro meses (122 dias).
• Pessoas com alto grau de imunossupressão com mais de 18 anos que tomaram a terceira dose há pelo menos quatro meses.
• Adolescentes com imunossupressão com 12 a 17 anos de idade (inclusive gestantes e puérperas) - pelo menos oito semanas (56 dias) após a terceira dose do esquema vacinal (segunda dose da Pfizer).
• Profissionais da saúde com mais de 18 anos que tomaram a terceira dose há pelo menos quatro meses (122 dias).
 

Pacientes que testaram positivo para Covid-19

Após testar positivo para Covid-19, as pessoas elegíveis para quarta e quinta dose da vacina poderão receber o imunizante 30 dias após o início dos sintomas ou da data do teste para assintomáticos.

Nova onda de Covid-19: orientações para pacientes e acompanhantes

Linha Fina

Confira quais os principais cuidados para proteger sua saúde e dos nossos pacientes

A pandemia do novo coronavírus causou um efeito perigoso para pacientes com doenças graves, como o câncer, pois muitos estão postergando a ida aos hospitais, preocupados com a contaminação.

Muitos tumores têm comportamento agressivo e adiar o plano terapêutico pode significar a redução do sucesso do tratamento. Há também tumores que apresentam crescimento lento que, a depender do estágio da doença, das condições do paciente e do momento da pandemia, podem ser postergados sem prejuízo. Somente o médico pode avaliar e recomendar a cada paciente o que fazer, dentro da segurança desejada em cada caso.

Orientações para pacientes

•    Não interrompa seu tratamento. Somente o seu médico poderá avaliar e orientar se será necessário interromper ou adiar medicações, quimioterapia, radioterapia, entre outros.
•    Se precisar vir ao A.C.Camargo, prefira vir sem acompanhante, se possível.
•    Se estiver apresentando sintomas gripais e tenha consulta ou exame marcado, entre em contato com a nossa Central de Relacionamento pelo telefone (11) 2189-5000 e marque uma nova data. Você também pode consultar o nosso Pronto Atendimento Digital clicando aqui.

Orientações para acompanhantes e visitantes

•    Se estiver com sintomas gripais, é importante não vir ao A.C.Camargo, a fim de garantir a segurança dos nossos pacientes oncológicos.
•    Evite ao máximo visitar os pacientes neste período. Caso a sua presença seja necessária e esteja dentro dos critérios de elegibilidade, lembre-se de utilizar a máscara 100% do tempo e higienizar as mãos com álcool em gel.

Passaporte da vacina

Em busca de oferecer ambientes mais seguros dentro das nossas unidades, passamos a pedir o comprovante da situação vacinal dos acompanhantes, cuidadores e visitantes, para permitirmos a permanência dentro das nossas dependências.

Por sermos um centro de excelência em oncologia e convivermos com pacientes fragilizados, precisamos seguir vigilantes e aumentarmos a segurança com medidas que ajudam a mitigar situações adversas e que possam oferecer riscos aos pacientes oncológicos.

Quando vier até uma de nossas unidades, lembre-se de trazer o seu comprovante vacinal. Serão aceitos os comprovantes impressos ou via aplicativos oficiais.

Clique aqui e saiba como obter os seus registros vacinais.

Em caso de sintomas gripais

Os sintomas de influenza são semelhantes aos da covid-19: apresentam febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse ou coriza.

Ao identificar esses sintomas, o paciente deve acessar o nosso Pronto Atendimento Digital para fazer a triagem virtual, seguindo os parâmetros estabelecidos pela própria Instituição, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Após a avaliação dos sintomas, o paciente saberá se é necessário procurar a emergência, evitando deslocamentos desnecessários.

Atendimento Oncológico Protegido

O Atendimento Oncológico Protegido é um conjunto de processos para garantir que o paciente prossiga em segurança com seu tratamento em tempos de pandemia. Todas as práticas adotadas estão de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

Por isso, estamos preparados para receber e cuidar de nossos pacientes com total segurança, excelência e agilidade.

Clique aqui e conheça as nossas principais medidas.

Fluxo seguro e reduzido para pacientes de quimioterapia e consultas ambulatoriais

Pacientes que acessam a unidade Antônio Prudente pelo estacionamento em direção ao setor de quimioterapia ou consultórios contam com fluxo específico, possibilitando circular menos pelas dependências da Instituição.

Clique aqui e saiba mais.

Consultas de retorno via telemedicina 

As consultas via telemedicina estão disponíveis no A.C.Camargo e são recomendadas quando não há necessidade de uma avaliação clínica presencial no paciente. Consultas de retorno podem ser realizadas de casa, usando o celular ou computador. Assim, evita-se o deslocamento e a exposição desnecessária. Caso o médico precise checar algum exame, o envio pode ser realizado através do aplicativo da telemedicina.

Dia Mundial sem Tabaco: entenda o papel do tabagismo na sua saúde

Linha Fina

Neste 31 de maio, saiba como abolir este hábito da sua vida e garantir benefícios – e conheça sinais e sintomas do câncer de pulmão

O Dia Mundial sem Tabaco, uma campanha mundial marcada todos os anos para 31 de maio, tem o objetivo de conscientizar a população sobre os malefícios do cigarro para a saúde e lembrar o papel fundamental que os pulmões desempenham na saúde e no bem-estar de todas as pessoas.

Sob o tema “Tabaco: Ameaça ao Nosso Meio Ambiente”, a campanha alerta não apenas sobre os prejuízos que o uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo causam na saúde pulmonar, levando a doenças respiratórias crônicas como asma e bronquite e ao câncer de pulmão. Em 2022, a campanha também exalta que a conscientização pública sobre o impacto ambiental do tabaco, desde o cultivo, passando pela produção, a distribuição e os resíduos, algo que pode promover uma razão adicional ao abandono do tabaco. 

O tabagismo é responsável direto por mais de 80% dos casos de câncer de pulmão e mais de uma dezena de outros tipos de câncer, como esôfago, estômago, pâncreas, rim, bexiga, boca, laringe, faringe, garganta e mama. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a principal causa de morte evitável no mundo, com mais de 10 mil óbitos por dia.

O cigarro é composto por cerca de 4.700 substâncias tóxicas. Apresenta uma fase particulada (composta pela nicotina e pelo alcatrão) e uma fase gasosa (formada por monóxido de carbono, amônia, dentre outros). Como consequência da combustão do tabaco, essas substâncias tóxicas estão presentes na fumaça de cigarro, cachimbo, charuto, narguilé ou fumo-de-corda. Portanto, não existe forma e quantidade segura de consumo de tabaco.

 

Bem-estar longe do cigarro

Atitudes saudáveis como boa alimentação, atividade física, sono adequado e lazer contribuem para melhorar a qualidade de vida. Lembre-se sempre de que estilo de vida é uma questão de escolha. 

Segundo a American Cancer Society, os benefícios para quem deixa de fumar são muitos:
•    20 minutos sem fumar: redução da frequência dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. A temperatura dos pés e das mãos se eleva.
•    12 horas: o monóxido de carbono atinge níveis normais no sangue.
•    24-48 horas: melhorado olfato e do paladar.
•    2 semanas a 3 meses: melhorada função pulmonar e da circulação sanguínea.
•    1 a 9 meses: redução de tosse, congestão nasal, cansaço, falta de ar e risco de surgimento de infecções respiratórias.
•    1 ano: reduz pela metade o risco de ataque cardíaco.
•    5 anos: redução do risco de desenvolver câncer de boca, garganta, esôfago e bexiga. O risco de um derrame cerebral passa a ser próximo ao de quem nunca fumou.
•    10 anos: o risco de morrer de câncer de pulmão cai pela metade, comparado a quem continua fumando.
•    15 anos: o risco de sofrer um infarto passa a ser próximo ao de quem nunca fumou.
•    20 anos: o risco de desenvolver câncer de pulmão passa a ser próximo ao de quem nunca fumou.


Sinais e sintomas do câncer de pulmão

Os sintomas de câncer de pulmão variam de pessoa para pessoa e muitas vezes a doença nem apresenta sintomas em seus estágios iniciais. No entanto, qualquer um destes sintomas merece uma consulta ao médico:

  • Tosse que não passa ou piora com o tempo
  • Dor no peito que não passa e piora quando a pessoa respira fundo, tosse ou dá risada
  • Dor no braço ou no ombro
  • Tossir sangue ou catarro com cor de ferrugem
  • Falta de ar, chiado no peito ou rouquidão
  • Crises repetidas de bronquite ou pneumonia
  • Inchaço do rosto ou pescoço
  • Perda de apetite ou de peso inexplicáveis
  • Fraqueza ou cansaço

Quando o câncer de pulmão se dissemina para outras partes do corpo, ele pode causar outros sintomas, entre eles:

  • Dor nos ossos
  • Fraqueza ou dormência nos braços ou nas pernas
  • Dor de cabeça, tontura ou convulsões
  • Icterícia
  • Inchaço nos gânglios linfáticos do pescoço ou ombros


O cigarro eletrônico

Utilizado por muitas pessoas como uma estratégia para interromper o hábito de fumar, ele também pode ser prejudicial para a saúde ao inalar o vapor produzido. A Organização Mundial da Saúde adverte que o uso do cigarro eletrônico não é uma forma segura de tratamento do tabagismo.

Muitos jovens não fumantes também utilizam o cigarro eletrônico por acreditarem que não faça mal. Entretanto, além de causar problemas para a saúde, o cigarro eletrônico pode funcionar como porta de entrada para o uso de cigarros ou outras formas de consumo de tabaco.

 

Prejuízos à saúde

O primeiro local de contato dos componentes do tabaco com o organismo ocorre na boca, causando danos como dentes amarelados e manchados, maior predisposição a cáries e mau hálito, além de câncer na cavidade oral. 

Depois de passar pela boca, a fumaça atinge outros órgãos, como a faringe e a laringe, onde pode causar problemas como faringite, laringite e câncer da laringe. Ao ser transportada através da traqueia e dos brônquios, a fumaça chega ao seu destino final, o pulmão.

Por ser o depósito final de todos os componentes da fumaça do tabaco, o pulmão é o órgão mais seriamente comprometido pelas doenças relacionadas ao tabagismo. Enfisema pulmonar, bronquite e câncer de pulmão são as principais doenças observadas.

 

Fumo passivo

Além de causar mal a quem inala diretamente a fumaça do tabaco, os malefícios são estendidos também aos não fumantes. A exposição à fumaça do tabaco presente no ambiente aumenta em cerca de 30% o risco de morrer por câncer de pulmão, infarto do miocárdio ou derrame cerebral.

Todas as doenças causadas pelo consumo de tabaco também podem comprometer os tabagistas passivos, como as crianças. 

 

Dia Mundial sem Tabaco: dependência

Cerca de 80% a 90% das pessoas começam a fumar antes dos 17 anos e, com o tempo, tornam-se dependentes da nicotina. Uma vez estabelecida a dependência, é difícil abandonar o cigarro, mesmo tendo pleno conhecimento de todos os malefícios que ele pode trazer.

Dentre os componentes do cigarro, a nicotina é uma droga psicoativa e a responsável pela dependência observada entre os fumantes. Ela chega ao sistema nervoso central em apenas 10 segundos e atua no sistema dopaminérgico, o mesmo que é afetado pela cocaína e anfetamina.

Também aumenta a liberação de substâncias que vão levar à vasoconstricção, causando aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca.


Fonte: Doutor Jefferson Luiz Gross, líder do Centro de Referência em Tumores do Tórax do A.C.Camargo 

Dia Internacional da Tireoide: tudo sobre prevenção e diagnóstico precoce

Linha Fina

Neste 25 de maio, conheça sinais, sintomas e fatores de risco 

O Dia Internacional da Tireoide, lembrado sempre em 25 de maio, chama a atenção para a prevenção e o diagnóstico precoce.

As projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que, este ano, haverá 13.780 novos casos de câncer de tireoide no Brasil, sendo 1.830 em homens e 11.590 em mulheres. Esses números demonstram com evidência que esse tipo de câncer é muito mais frequente em mulheres do que em homens. 

Nódulos na tireoide são bastante comuns e, por causa de sua localização, os médicos, e muitas vezes os pacientes, conseguem senti-los com uma simples apalpação. Felizmente, entre 90% e 95% desses nódulos são benignos. Além disso, os cânceres de tireoide podem ser detectados precocemente e o sucesso do tratamento pode chegar a 97% dos casos. 

Dito isso, confira a seguir sinais, sintomas e fatores de risco.


Dia Internacional da Tireoide: sinais e sintomas

Várias doenças benignas e outros cânceres de pescoço podem ter os mesmos sintomas que o câncer de tireoide. Por isso, é preciso consultar um médico se você tiver:

  • Nódulo no pescoço, que às vezes cresce muito depressa
  • Dor na parte da frente do pescoço, que pode irradiar para os ouvidos
  • Rouquidão ou mudança no timbre de voz que não passa com o tempo
  • Dificuldade para engolir
  • Dificuldade para respirar, como se você estivesse respirando por um canudinho
  • Tosse que não passa, que não seja causada por gripe

 

Fatores de risco

Vale lembrar que fatores de risco aumentam o seu risco de desenvolver câncer de tireoide, mas isso não quer dizer que você vai ter câncer de tireoide.

  • Idade: pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum na faixa dos 30 aos 50 anos.
  • Sexo: a incidência em mulheres é três vezes maior que a incidência em homens.
  • Exposição à radiação: crianças que fizeram tratamento com radiação na região da cabeça e do pescoço ou radioterapia para câncer, como linfoma de Hodgkin, também correm maior risco de ter câncer de tireoide mais tarde. Isso não ocorre com adultos que fazem radioterapia.
  • Doenças hereditárias: Algumas doenças como síndrome de Gardner e polipose familial aumentam o risco de câncer em vários órgãos, inclusive tireoide. A doença de Cowden, que é rara, também aumenta o risco de câncer de tireoide. Algumas famílias, que representam 5% dos casos, apresentam incidência incomum de carcinoma papilífero.